quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

PROFESSORES EM LUTA INTENSIFICA MAIS A RESISTÊNCIA EM CAXIAS MA

23 de janeiro de 2019








A opressão de ontem (22/01/2019) fez o efeito que os trabalhadores esperam. O grupo de resistência hoje está sendo reforçado de companheiros que ainda não haviam estado presente no movimento. Bem vindos companheiros!



Liberdade de expressão, direito de ir vir.  Direitos que são inerentes às pessoas, mas que são desrespeitados pelos os que estão no poder e utilizam os instrumentos de repressão para intimidarem todo e qualquer ato de defesa dos trabalhadores. 


Em Caxias MA, a repressão chegou de maneira torpe e covarde. Os caxienses são sabedores da luta dos trabalhadores pela conquista de seus direitos em face da omissão dos governos municipais de plantão em cumprir com a sua função - administrar os recursos públicos com lisura e transparência.


Como não têm argumentos para justificarem a denúncia, o Sr. prefeito e o seu assecla utilizam da força coerciva através da Guarda Municipal para tentarem calar a voz do trabalhadores retirando o carro de som com o objetivo de intimidar e calar o movimento. Ledo engano, os trabalhadores sempre resistiram a esse tipo de abuso de poder.  A luta é mais forte que qualquer ato de repressão.






Ledo engano, os trabalhadores sempre resistiram a esse tipo de abuso de poder.  A luta é mais forte e a resistência continua contra a política de repressão e autoritarismo do prefeito Fábio Gentil e de seus asseclas.

Para conseguirmos o que estamos reivindicando é necessário a presença de cada um de nós.  Amanhã (24/01/2019) vamos intensificar o movimento acampando o dia inteiro na praça.   Venha fortalecer a nossa luta. Amanhã todos juntos a partir das 9h00 da manhã para exigirmos a ampliação da jornada, o reajuste salaria, o abono salarial e garantia da execução do Plano de Cargos e Carreiras dos trabalhadores da Educação, principalmente os Artigos 53 e 54. Contra qualquer ato de repressão.

A luta e a resistência continua contra a política de repressão e autoritarismo do prefeito Fábio Gentil e de seus asseclas. 

Alô Ministério Público, o prefeito Fábio Gentil está com 11 dias úteis que não frequenta a prefeitura, não seria o caso dele entregar as chaves da prefeitura para o vice-prefeito, uma vez que, se encontra impedido de trabalhar em seu gabinete na prefeitura?

Para conseguirmos o que estamos reivindicando é necessário a presença de cada um de nós na praça, cada um defende a si mesmo, na luta não tem esse negócio de alguém vai me representar, você se representa.





Amanhã 24/01/2019 iremos intensificar o movimento acampando o dia inteiro na praça, a partir das 9h00. Venha fortalecer a nossa luta, para exigirmos a ampliação da jornada, o reajuste salarial, o abono e garantia da execução do Plano de Cargos e Carreiras dos trabalhadores da Educação.

SINTRAP






















terça-feira, 22 de janeiro de 2019

FÁBIO GENTIL PREFEITO FANTASMA EM CAXIAS MA

22 de janeiro de 2019




Hoje dia 22/01/2019, na atividade na praça do Panteon, nós professores fomos surpreendidos pela arrogância e prepotência do prefeito Fábio Gentil que se utilizou dos próprios trabalhadores (fiscais de transito) para tentar inibir o nosso movimento, retirando o nosso carro de som, imaginado que com isso nós iríamos nos calar. Mas se enganou, o movimento já teria acabado se o Prefeito estivesse reconhecido os direitos que os trabalhadores reivindicam.









Resistimos e tentamos colocar o carro de som no lugar da vaga do prefeito, já que o mesmo não vem trabalhar há mais de 10 dias úteis, mas fomos impedidos pela sua "tropa de choque da panelinha” que colocaram vários carros, impedindo a entrada do carro de som para a vaga do prefeito.








Mesmo assim não nos intimidamos. Continuamos com o nosso movimento com o carro de som circulando no centro anunciando sobre o mesmo, enquanto permaneciam os na praça, denunciando as irregularidades do prefeito, utilizando o som da bicicleta do Feliciano do Bombom.







Amanhã 23/01/2019 daremos continuidade, resistindo e exigindo os nossos direitos: a sobra do FUNDEB em forma de Abono, Reajuste salarial e Ampliação da Segunda Jornada.

Lembrando aqui, o prefeito que usou de arrogância, prepotência e falta de respeito com os professores não voltaram mais pra prefeitura como prefeito, para os esquecidos: Márcia Marinho, Leonardo Coutinho e Fábio Gentil, preste atenção neste seu rancor aos mestres prefeito fantasma!


CONVITE:



Todos os professores deve comparecer, pois o prefeito já deu sinal de cansaço, logo logo ele vem conversar.

Mas se ele souber que tem poucos professores, isto enfraquece nós e fortalece nosso adversário.

Amanhã, portanto, cedo à frente da prefeitura com o nosso movimento mais forte, pois cada um defende a si mesmo, não espere que os outros lhes defenda.

















QUEIROZ DIZ QUE INDICOU MÃE E MULHER DE PM SUSPEITO DE COMANDAR MILÍCIA AO GABINETE DE FLÁVIO

© Reprodução/SBT Queiroz teria se 'escondido' em favela do Rio durante 13 dias


22 de janeiro de 2019



Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz confirmou, por meio de seus advogados, que foi ele mesmo quem indicou a contratação da mãe e da mulher do ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega para o gabinete do então deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio. O ex-capitão do Bope é um dos principais alvos da Operação Intocáveis, deflagrada hoje cedo pelo MPRJ e Polícia Civil.



Segundo as autoridades, Nóbrega é um dos líderes da milícia que atua na comunidade de Rio das Pedras, na zona oeste. Ele também é suspeito de integrar o grupo de extermínio chamado de Escritório do Crime.


A Alerj confirmou que a mãe do PM, Raimunda Veras Magalhães, e a mulher dele, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro até novembro do ano passado. Ambas ganhavam um salário de R$ 6.490,35 mensais. Em nota, Flávio Bolsonaro informou que a contratação das duas seria da responsabilidade de Queiroz.
Nota assinada pelo advogado Paulo Márcio Ennes Klein, que trabalha na defesa de Queiroz, informa que o seu cliente "é ex-policial militar e conheceu o sr. Adriano na época em que ambos trabalhavam no 18º Batalhão da Polícia Militar e, após a nomeação dele como assessor do ex-deputado estadual solicitou ao gabinete moção para o sr. Adriano, bem como a nomeação dele para trabalhar no referido gabinete, em razão dos elevados índices de êxito na condução das ocorrências policiais registradas, até então, na equipe em que trabalhava na PM."
A nota continua: "Ademais, vale frisar que o sr. Fabrício solicitou a nomeação da esposa e mãe do sr. Adriano para exercerem atividade de assessoria no gabinete em que trabalhava, uma vez que se solidarizou com a família que passava por grande dificuldade pois à época ele estava injustamente preso, em razão de um auto de resistência que foi, posteriormente, tipificado como homicídio, caso este que já foi julgado e todos os envolvidos devidamente inocentados."
A defesa de Queiroz reafirma que ele não tem envolvimento com a milícia, que jamais esteve hospedado em Rio das Pedras, e que nunca soube do envolvimento de Nóbrega com qualquer atividade ilícita.


Fonte: O Estadão   por  Roberta Jansen, Constança Rezende e Fabio Serapião
















segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

ARTIGO 63 DA CONVENÇÃO DE DIREITOS HUMANOS PODE ABSOLVER LULA E GARANTIR QUE ELE SEJA INDENIZADO

21 de janeiro de 2019







Artigo 63 do Pacto de San José da Costa Rica pode salvar Lula

Ségio Moro, Deltan Dallagnol e os ministros do STF que autorizaram a prisão de Lula podem levar um 'golpe' amargo. Ocorre que, Luiz Inácio Lula da Silva, líder do PT - Partido dos Trabalhadores e ex-presidente da República ainda é muito popular e conta com apoio de grande parte da população, sendo, inclusive, líder absoluto nas intenções de voto para a corrida presidencial de 18.




Lula foi condenado e responde a diversos processos, sendo que os recursos da defesa e inclusive todos os pedidos relevantes foram negados, mesmo quando subscritos por doutos e renomados juristas. O processo do ex-presidente Lula apresentou graves violações dos direitos e garantias fundamentais assegurados na Constituição, além de denúncias sobre violações de direitos humanos:

A defesa do ex-presidente questiona a utilização de grampos no escritório dos advogados de Lula; condução coercitiva contra texto expresso de lei, antecipação da execução da pena antes da formação da culpa (trânsito em julgado), contra texto expresso da Constituição e do CPP; proibição da visita de amigos ao presídio (contra texto expresso na LEP); demonização da figura do ex-presidente pelos acusadores (agentes do estado) publicamente e por redes sociais; esposa do juiz acusador com apoio manifesto aos procuradores; amizade do juiz com o desembargador que manteve a condenação (conforme livro); aceleração extraordinária do processo para afastá-lo das eleições; atentado contra a caravana do ex-presidente no sul do país; atentado de incitação ao ódio e contra a vida do presidente no avião que o levou para Curitiba (após a prisão); represália pois Lula vetou auxílio moradia inconstitucional de juízes (conforme art. 37 da CF), que ainda recebem pois resolveram conceder uma liminar (para si próprios) para 'receberem os benefícios', dentre outras graves acusações.

Agora, ocorre que o artigo 63 do pacto de San Rosé da Costa Rica estabelece que, aquele que tiver os direitos humanos violados, poderá, se a decisão for favorável, ser indenizado, além de ter seus direitos humanos assegurados. Ocorre que o 'Pacto' foi incorporado à legislação brasileira como emenda à Constituição e o STF terá de respeitar.

Lula pode virar o jogo, pois a repercussão internacional e repúdio à prisão do ex-presidente só aumentam. Os ditos 'justiceiros' que condenaram Lula e autorizaram que ele fosse preso, podem ter sua moral reduzida ao patamar zero, caso não resolvam respeitar os direitos do ex-presidente.


Fonte: FeedNews   por Nelson Gazolla











GLOBO VOLTA A BATER E APONTA CONTRADIÇÃO DE FLÁVIO BOLSONARO

21 de janeiro de 2019





Apuração do Jornal Nacional aponta que na escritura, o pagamento de R$ 550 mil aconteceu três meses antes das operações consideradas atípicas pelo Coaf; os outros R$ 50 mil foram pagos em agosto, em cheques no ato da escritura; segundo a reportagem, Flávio Bolsonaro recebeu R$ 600 mil mais dois imóveis como pagamento pelo apartamento que vendeu



247 - De acordo com apuração dos jornalistas Arthur Guimarães e Paulo Renato Soares, do Jornal Nacional, a data da escritura registrada pelo senador eleito Flávio Bolsonaro diverge em três meses do período que fez os depósitos em dinheiro apurado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). 

A escritura registra que Flávio Bolsonaro recebeu dois imóveis e mais R$ 600 mil pela venda de um apartamento. Ele disse que parte do sinal dessa compra foi paga em espécie e que depositou esse dinheiro na conta dele, entre junho e julho de 2017. O comprador, o ex-atleta Fábio Guerra, confirma que pagou cerca de R$ 100 mil em dinheiro vivo.
A apuração do Jornal Nacional aponta que na escritura, o pagamento de R$ 550 mil aconteceu três meses antes das operações consideradas atípicas pelo Coaf. Os outros R$ 50 mil foram pagos em agosto, em cheques no ato da escritura.
O documento aponta ainda que, em 2017, ele fez uma permuta com Fábio Guerra e a mulher, Giordana Vinagre de Farias Guerra, dando o imóvel de Laranjeiras pelo valor de R$ 2,4 milhões em troca de um outro apartamento no bairro da Urca, também na Zona Sul do Rio; uma sala de escritório na Barra da Tijuca, na Zona Oeste; e mais R$ 600 mil.
Em entrevista ao JN, Guerra confirmou os pagamentos em dinheiro, mas apesar do montante, ele diz que não se recorda dos valores. "A média foi isso ai. Não posso falar ao certo, porque de repente foi 70, 80, foi 120, 110 [mil reais], entendeu, mas a média foi isso ai mesmo. O resto foi tudo depósito", disse.
"A escritura, no entanto, diz que os R$ 600 mil foram pagos da seguinte uma forma: R$ 550 mil a título de sinal, em 24 de março de 2017; 5 cheques que somaram R$ 50 mil, em 23 de agosto de 2017", diz a reportagem.
Confira a íntegra da reportagem no G1.


Fonte: Brasil 247   por G1











FLÁVIO BOLSONARO DIZ QUE DEPÓSITOS FRACIONADOS SÃO DINHEIRO VIVO RECEBIDO EM VENDA DE APARTAMENTO

O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro — Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo
21 de janeiro de 2019




Senador eleito pelo PSL-RJ afirmou também, em entrevistas à Rede Record e à RedeTV!, que o pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa se refere a esse imóvel. Relatório do Coaf aponta movimentações atípicas em sua conta



O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou em duas entrevistas exibidas na noite deste domingo (20), à Rede Record e à RedeTV!, que o pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica é referente a um apartamento que ele comprou na planta.

No sábado (19), o Jornal Nacional mostrou que, em relatório sobre movimentações atípicas de Flávio Bolsonaro, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) destacou o pagamento no valor de R$ 1.016.839 de um título bancário da Caixa. O Coaf não identificou o favorecido, nem a data, e nenhum outro detalhe.

Nas entrevistas deste domingo, Flávio Bolsonaro disse que a Caixa quitou a dívida dele com a construtora e que ele passou, então, a dever à Caixa. Disse ainda que vendeu o mesmo imóvel logo depois e que recebeu parte do valor em dinheiro vivo.

Flávio Bolsonaro alega que depositou o dinheiro na conta dele, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em 48 envelopes de R$ 2 mil, porque era o local onde ele trabalhava e que o valor era o limite para cada depósito no caixa automático.

Na sexta-feira (18), o Jornal Nacional mostrou que o relatório do Coaf apontou como atípico o fracionamento de depósitos na conta de Flávio Bolsonaro no período de um mês. O relatório diz que o fracionamento desperta suspeita de ocultação de origem do dinheiro.

Ao senador, não foi perguntado, e por isso ele não respondeu, por que optou por fazer 48 depósitos de R$ 2 mil, com diferença de minutos em cada operação, em vez de depositar a totalidade do que recebeu em espécie de uma vez só na agência bancária em que tem conta.
"Eu não tenho nada a esconder de ninguém. Esse apartamento aqui foi pago direitinho, bonitinho. Estou mostrando a vocês qual é a origem. Tem origem, não é origem ilícita, não. Não tem origem em terceiros. Por que aparece dessa forma? Porque esse dinheiro, que era um dinheiro meu, era depositado na minha própria conta. E como tem que ser de dois em dois mil reais, [...] foi feito dessa forma", afirmou à Record.

"Não tem mistério nenhum, está tudo declarado, justificado no papel. Está tudo declarado ao Fisco [Receita Federal], está declarado na escritura. Se fosse algo ilícito, você acha que estava na minha conta? Não tem dinheiro ilícito na minha mão", afirmou.

Pagamento de R$ 1 milhão

Com relação ao pagamento do título na Caixa, Flávio disse: "É um apartamento que comprei na planta. Quando você compra um apartamento na planta, o financiamento fica com a construtora e quando sai o habite-se, quando a Caixa pode fazer o financiamento, o que você faz? Você busca a Caixa, que tem juro menor. A Caixa vai e paga a sua dívida com a construtora, eu deixo de ser devedor da construtora e passo a ser o devedor da Caixa".

"Quem fez a operação foi a Caixa Econômica, não foi dinheiro meu. Então, está explicado. Eu não tenho nada a ver. A Caixa Econômica Federal quita o restante do financiamento que eu tinha com a construtora e eu passo, não mais à construtora, passo a dever à Caixa Econômica. Só isso. A Caixa pagou esse valor, não foi eu que paguei. Eles pagam minha dívida e eu passo a ser devedor da Caixa", acrescentou.

Flávio Bolsonaro exibiu um papel que, segundo ele, é um documento da Caixa que comprova o que ele disse. O senador eleito disse, porém, que não mostraria o conteúdo do papel porque quer, primeiro, entregá-lo às autoridades, acrescentando que "o foro adequado para discutir isso não é a imprensa".

Flávio Bolsonaro disse também que não fica com parte do dinheiro que os funcionários recebem. Segundo o Coaf, os funcionários do gabinete de Flávio transferiam dinheiro ao ex-motorista dele Fabrício Queiroz em datas que coincidem com as datas de pagamento da Alerj, o que pode indicar, segundo os investigadores, tentativa de ocultação do real dono do dinheiro.

"No meu gabinete, no meu gabinete não! E se eu soubesse de alguém que tivesse cometendo isso, eu era o primeiro a denunciar e mandar prender. Porque todo mundo sabe, quem me conhece, quem me acompanha no dia a dia, sabe que não tem sacanagem comigo. Se eu quisesse dinheiro, eu não tinha aceitado algumas ofertas, tranquilas, de doação eleitoral pra minha campanha, bonitinhas, de empresários queriam ajudar ao Brasil. Recusei milhões de doações de campanha. Não quero, e digo mais: em alguns períodos no meu gabinete, cargos ficaram vagos.

Se eu tivesse intuito de ganhar dinheiro com isso, acha que eu ia deixar cargo vago?"




Fonte: G1 - Brasília











domingo, 20 de janeiro de 2019

FLAVIO BOLSONARO E QUEIROZ DEIXAM JUIZ MORO MAIS SUJO QUE PAU DE GALINHEIRO

20 de janeiro de 2019





Moro condenou Lula sem nenhuma prova. Se baseou só em delações. Provas contra Queiroz e Flavio Bolsonaro estão escancaradas pelo COAF, que está sob a jurisdição de Moro, que já proibiu “vazamentos”


Diga-se que contra Lula e Dilma, Moro autorizava vazamentos e até os propiciava, como aconteceu no caso do Telefonema de Dilma a Lula antes da nomeação deste como Ministro da Casa Civil, o que acabou sendo instrumento para impedir a nomeação que provavelmente colocaria ordem no país e teria evitado o golpe e o desastre que estamos vivendo até agora. De prêmio, Moro ganhou o Ministério da Justiça.

No Ministério da Justiça tem um Objetivo já explicitado: intervir em Sindicatos e em entidades dos movimentos Sociais. Sobre o Crime Organizado não falou nada ainda e sobre Queiroz, Flavio Bolsonaro e os Cheques destinados a Primeira Dama Michele, silêncio completo. Os Bolsonaro sempre foram o que agora começa a aparecer.

Apoiam milícias, apoiam e fomentam a violência e agora sabe-se, movimentam dinheiro “por baixo dos panos”, como acusavam outros de fazer. Mas Moro é pior.

A Lava Jato destruiu parte importante da Economia brasileira. Setores domo o da Construção Pesada, Construção Civil, Industria Petrolífera, Industria Naval e indústria da Carne foram ridicularizados e milhões de empregos foram destruídos. Empresas americanas ocupam agora o lugar de importantes empresas brasileiras destes setores mundo afora e o governo golpista, fruto também da Lava Jato, passou a comprar Sondas, Plataformas Marítimas e navios fora do Brasil e gerando empregos para os trabalhadores lá de fora.

Era tudo contra a corrupção diz ele. Nas se tinha corrupção mesmo, tinha empregos para todos e tinha empresas gerando divisas, dinheiro entrando no Brasil, por que faziam obras e vendiam serviços e produtos também lá pra fora.

Agora os empregos terminaram, mas a tal corrupção continua. E debaixo do nariz do Moro, que deixa pra lá. Moro é mais sujo que pau de galinheiro e foi o sustentáculo do Golpe no Brasil junto com seus chefes subservientes com salários milionários no STF. Moro seguirá sua senda de mentiras que muitos ainda acreditam ser “contra a corrupção”. Mas se era “contra a corrupção”, por que esconder especificamente uma parte da Lava Jato, como é o caso desta investigação contra o Queiroz?

Flavio Bolsonaro e Queiroz já cagaram o poleiro todo. Se deixarem eles no poleiro, cai o poleiro e caem as galinhas com seus bolsos em cima dos patos amarelos espalhados pelo chão.




Fonte: por Luiz Müller