quarta-feira, 9 de novembro de 2016

ATO CONTRA O GOLPE NO DIA DA IMPRENSA OPERÁRIA


No próximo dia 13, domingo, o jornal Causa Operária, em conjunto com o Diário Causa Operária Online (DCO), está promovendo o Dia da Imprensa Operária. O dia todo haverá atividades em defesa da imprensa livre, independente e revolucionária, a partir das 10h, na Quadra do sindicato dos Bancários. O evento é parte da luta pelo fortalecimento e ampliação da imprensa revolucionária.

Um dos temas fundamentais do evento é a luta contra o golpe de Estado, contra a repressão e contra a prisão de Lula.

Durante o dia, haverá dois debates sobre o tema da imprensa operária. Às 10h, um debate sobre “A Imprensa sindical e a luta contra o golpe”, com representantes de jornais sindicais, e às 14h30 o debate “A imprensa e o golpe”, com a presença de jornalistas independentes e de Rui Costa Pimenta, editor chefe do jornal Causa Operária


Ainda como parte da programação, a partir das 17h30, haverá um  ato contra o golpe de Estado. Todos os militantes do movimento contra o golpe estão convidados a participar desse ato, que deve servir como um espaço para reorganizar a mobilização de luta contra os golpistas.

Confirme presença na atividade receba maiores informações na página do evento no Facebook.

Luta contra o golpe, luta contra o monopólio da imprensa


Nada mais coerente que no Dia da Imprensa Operária haja um ato contra o golpe de Estado. A imprensa capitalista, um grande monopólio contra a liberdade de expressão, está entre as principais responsáveis pelo golpe de Estado que derrubou Dilma Rousseff e que está levando o País para uma verdadeira ditadura.

É impossível pensar na luta contra o golpe sem acabar com esse monopólio, dominado por meia dúzia de famílias que dominam os canais de TV (Globo, Bandeirantes etc), os maiores jornais impressos (Estadão e Folha) e revistas (Veja
e Istoé). Essas famílias formam um cartel que impõe uma ditadura da informação no País.

Só haverá liberdade de expressão de fato quando todo esse monopólio for destruído. A imprensa alternativa, de esquerda, independente e operária é uma maneira de resistir e se contrapor a essa ditadura.

Causa Operária: na dianteira da luta contra o golpe

O Jornal Causa Operária não poderia deixar de realizar um grande ato contra o golpe. Esse jornal, que já existe há 37 anos, foi o primeiro órgão de imprensa, junto com alguns poucos jornalistas independentes, a denunciar o golpe em curso no País e é reconhecidamente o principal veículo de denúncia e de luta contra os golpistas.

É por esse motivo que o Dia da Imprensa Operária também será marcado com um grande ato político contra o golpe de Estado e contra os golpistas.

Os companheiros de todas as organizações que fazem parte do movimento contra o golpe, companheiros militantes independentes e todos os interessados estão convidados a participar do ato, a partir das 17h30, na Quadra dos Sindicatos dos Bancários, na Rua Tabatinguera, 192, perto da Praça da Sé.

Ao final do ato, para os companheiros que contribuíram com a imprensa operária, haverá um Grande show com a Banda Raíces de América, a principal banda de música latino-americana do País.

Espetacular Show com Raíces de América

Tradicional parceira do PCO e do jornal Causa Operária, a banda Raíces de América, fundada em 1979, é o principal nome da música latino-americana, com um repertório de canções de protesto dos principais compositores e intervertes do continente, como Mercedes Sosa (madrinha da banda), Victor Jara, Violeta Parra, Carlos Puebla, além de compositores brasileiros e músicas de autoria própria.

A banda é liderada pelo maestro e baixista Willy Verdaguer (veja o bate-papo com o músico no programa Uzwela – conversando sobre cultura) e a cantora Míriam Miràh, que fez sucesso interpretando a música Mira Ira, de Lula Barbosa, no Festival dos Festivais em 1985, quando conseguiu a segunda colocação. Já o argentino Verdaguer fez história na música brasileira ao ter participado da introdução da guitarra elétrica na canção brasileira durante a apresentação de Caetano Veloso da música Alegria, Alegria, no festival de 1967, depois participou como baixista e arranjador da banda Secos e Molhados.



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