segunda-feira, 16 de outubro de 2017

SE CUNHA RECEBEU R$ 1 MILHÃO PARA APROVAR O GOLPE, QUANTO RECEBEU O STF PARA VALIDÁ-LO?

 16 de outubro de 2017


Lúcio Funaro adicionou novas informações sobre o preço que Cunha, Temer, Padilha, Geddel e outros golpistas peemedebistas e tucanos pagaram para a aprovação do impeachment fraudulento.


O embrulho quer dizer mais: é sinal de que há uma articulação em marcha entre forças político-judiciais (e judicial, hoje, é só político) para eliminar Michel Temer como fator de, pela oposição, reforçar o favoritismo de Lula em 2018.

Até o mais obtuso analista político sabe que Lula tem duas forças eleitorais a seu favor.

Uma, o passado, a memória de seus governos na cabeça da população.

Outra, o presente, representado pela figura repugnante de Michel Temer, um presidente que tem uma aprovação virtualmente zero, restringindo-se a percentuais que devem ser atribuídos aos que têm prazeres masoquistas, dado os seus “50 tons de lama”.

Não será fácil para qualquer candidato da direita ter de arrastar a lamentável figura de Temer. Nem mesmo mantendo certa distância dele, como faz Geraldo Alckmin.

Para o resto – Dória, Meirelles, o próprio Maia e algum que venham a inventar, como Luciano Huck – o atual presidente é uma chaga purulenta diante do eleitorado.

Como Temer presidente parece ser um problema insolúvel, o Temer ex-presidente, reduzido a um outro Cunha, apartado do dia a dia da política, pode ser uma solução.

A Globo, agora á tarde, diz que há governistas calculando que Temer terá apenas pouco mais que 200 voltos pela não aceitação da denúncia da PGR que o afastaria do mandato.

Sairia mais fraco do que fraco saiu dos apenas 260 que teve na primeira.

E bem mais perto de não alcançar os 172 necessários para barrar a terceira denúncia que, do jeito que vai a coisa, será inevitável.



Fonte: tijolaço










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