domingo, 29 de abril de 2018

COM MEDO DE DENÚNCIA, TEMER CANCELA IDA À ÁSIA

29 de abril de 2018





No momento em que corre o risco de ser denunciado pela terceira vez, agora por propinas no setor portuário, Michel Temer cancelou viagem que faria à Ásia; o receio, no Palácio do Planalto, é que ele seja denunciado mais uma vez, depois de escapar nas duas ocasiões anteriores, em que foi acusado de corrupção e comando de organização criminosa; na próxima quinta, uma das filhas de Temer, Maristela, vai prestar depoimento no inquérito que apura as suspeitas de corrupção em empresas do setor portuário, que conseguiram renovar suas concessões, mesmo devendo à União – o que a presidente deposta Dilma Rousseff não permitiu; como o golpe não produziu uma candidatura viável, uma das hipóteses que resta é testar a candidatura de Rodrigo Maia, no exercício do cargo


247 – Michel Temer sentiu cheiro de queimado e decidiu cancelar a viagem que faria pelo Sudeste Asiático na próxima semana. "A decisão de Temer permanecer no País acontece no momento em que as investigações sobre o inquérito dos portos avança sobre familiares do presidente. Na próxima quinta, uma das filhas de Temer, Maristela, vai prestar depoimento no inquérito que apura as suspeitas de corrupção em empresas do setor portuário. As suspeitas dos investigadores é de que uma reforma na casa dela tenha sido utilizada para lavar dinheiro de propina destinada ao emedebista", informa a jornalistaIsabela Peron.

O receio, no Palácio do Planalto, é que ele seja denunciado pela terceira vez, depois de escapar nas duas ocasiões anteriores, em que foi acusado de corrupção e comando de organização criminosa, mas conseguiu sobreviver torrando bilhões na compra de deputados.

O escândalo dos portos conecta Temer e seu homem da mala, Rodrigo Rocha Loures, às empresas Libra e Rodrimar, que conseguiram renovar suas concessões, mesmo devendo à União – o que a presidente deposta Dilma Rousseff não permitiu.

Como o golpe não produziu uma candidatura viável, dado o desempenho de nomes como Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles e o próprio Alckmin, uma das hipóteses que resta é testar a candidatura de Rodrigo Maia, no exercício do cargo.



Fonte:  Jornal 247











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