terça-feira, 14 de agosto de 2018

NOBEL DA PAZ DIZ A CÁRMEN LÚCIA QUE LULA É UM PRESO POLÍTICO

14 de agosto de 2018





O Prêmio Nobel da Paz de 1980, Adolfo Pérez Esquivel, foi recebido nesta tarde pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia; "Falamos também sobre a liberdade de Lula. Pedi que ela tome consciência que Lula é um preso político. Reconhecido inclusive como preso político pela ONU", disse Esquivel, que entregou à ministra o abaixo assinado proposto por ele, com 240 mil nomes que pedem a indicação de Lula para o Prêmio Nobel da Paz


Brasília 247 - O argentino Adolfo Pérez Esquivel, prêmio Nobel da Paz de 1980, foi recebido na tarde desta terça-feira (14), pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia. Esquivel esteve acompanhado da jurista Carol Proner, do ator Osmar Prado e de líderes de movimentos populares.

Esquivel falou à presidente do STF sobre a situação da América Latina e sobre o golpe parlamentar que ocorreu no Brasil em 2016, bem como sobre a condenação e prisão do ex-presidente Lula. "Disse a ela que o golpe que tirou Dilma do poder tinha como objetivo tirar Lula do caminho. E isso é uma séria ameaça à democracia no Brasil", disse Esquivel. "Falamos também sobre a liberdade de Lula. Pedi que ela tome consciência que Lula é um preso político. Reconhecido inclusive como preso político pela Organização das Nações Unidas (ONU)", completou.
Esquivel pediu à ministra do STF que receba os militantes que estão em greve de fome em solidariedade a Lula. "A ministra se comprometeu a recebe-los", disse. O Nobel da Paz aproveitou a ocasião e entregou a Cármen Lúcia cópia do abaixo assinado proposto por ele, com 240 mil nomes que pedem a indicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Prêmio Nobel da Paz.
Carol Proner contou que entregou à presidente do STF o livro recém-lançado onde juristas e advogados criticam a sentença do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) contra Lula e solicitou à ministra o julgamento das ações que contestam a prisão após condenação em segunda instância. 

Fonte: Brasil 247















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