quinta-feira, 16 de maio de 2019

EXCLUSIVO: A ÍNTEGRA DA MEDIDA CAUTELAR QUE QUEBROU OS SIGILOS DE FLÁVIO BOLSONARO

16 de maio de 2019





A medida cautelar expedida pelo juiz Flavio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, que quebra o sigilo bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro, o filho 01 do presidente Jair Bolsonaro, inclui, conforme noticiou a Folha de S.Paulo em sua edição desta quinta-feira 16, cinco ex-assessores de Jair Bolsonaro.



E tem uma Michelle, mas Almeida dos Santos - uma das que foi lotada no gabinete do presidente. Não se trata, portanto, de Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro, a primeira-dama. Embora, como escrevi anteriormente, gostaria muito de saber de onde vieram e como foram parar em sua conta aqueles 40 mil, depositados pelo Queiroz.

"Todos os cinco assessores trabalharam tanto no gabinete do pai, na Câmara dos Deputados, como no do filho, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), ao longo do período que engloba a quebra dos sigilos, de janeiro de 2007 a dezembro de 2018. São eles Daniel Medeiros da Silva, Fernando Nascimento Pessoa, Jaci dos Santos, Nelson Alves Rabello e Nathalia Melo de Queiroz — esta filha de Fabrício Queiroz, policial militar aposentado que era uma espécie de chefe de gabinete de Flávio na Assembleia e um dos alvos da investigação", diz a Folha.
O jornal adianta também que os citados na lista não foram encontrados e o Palácio do Planalto não quis comentar o fato. Coloca, ainda, a posição do advogado de Queiroz, que tem sustentado a ilegalidade da quebra de sigilo, bem como a da assessoria de Flávio, que não retorna as ligações. O Ministério Público emitiu nota em que diz que o alvo inicial das investigações, com início há muito mais de um ano,
O 247 obteve a íntegra do documento e publica a lista completa dos que tiveram os sigilos bancário e fiscal quebrados. O texto é composto de uma lista de 95 investigados e ordens aos órgãos competentes para que forneçam os dados requeridos (no prazo de 30 dias). Confira aqui o documento.


Fonte: Brasil 247  por Denise Assis - do Jornalistas pela Democracia 

















Nenhum comentário:

Postar um comentário