31 agosto 2017

MORO PERDOOU 97% DAS MULTAS COBRADAS A CRIMINOSOS DA LAVA JATO; PREJUÍZO DE R$ 16 BILHÕES

      31 de agosto de 2017


Multas perdoadas por Moro cobririam o aumento da gasolina e diminuição do salário mínimo


Cifras bilionárias cobradas em ações penais pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba desde o início do escândalo, em 2014, despencaram nas decisões do juiz Sergio Moro.


A Folha comparou o valor pedido pelos procuradores com as decisões tomadas por Moro em nove das principais ações penais abertas na Lava Jato. O juiz acolheu apenas 3% do valor requerido.


Odebrecht, Andrade Gutierrez e OAS, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro Antonio Palocci (PT) e o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB).

A grande diferença de valores se explica por dois motivos que mostram divergências entre os dois lados.
Em primeiro lugar, procuradores queriam a decretação do chamado "perdimento" não só do dinheiro da corrupção, mas também dos supostos ganhos que empresas e pessoas conseguiram a partir desta prática. Só nesse quesito, queriam cerca de R$ 8 bilhões.

Moro, entretanto, condenou os réus a um total de R$ 460 milhões no que chamou, em suas sentenças, de "indenização". Isso corresponde a 5,8% dos "perdimentos" apontados pelos procuradores.

Em mensagem à reportagem, o Ministério Público confirmou que o juiz "tem entendido que o valor do dano mínimo corresponde estritamente ao valor das próprias propinas pagas, deixando para a esfera cível a discussão sobre a indenização dos lucros indevidos obtidos a partir do pagamento das propinas".




O Ministério Público Federal recorreu de várias dessas sentenças. No caso que envolve a empreiteira Odebrecht, os procuradores haviam pedido R$ 14,1 bilhões, enquanto Moro estabeleceu R$ 228,8 milhões.


Fonte: folha













29 agosto 2017

DEPUTADOS ACUSAM CRIME DE TEMER AO VAZAR FIM DE RESERVA A CANADENSES

         29 de agosto de 2017



Três deputados federais do PT foram à Procuradoria Geral da República (PGR) pedir investigação contra Michel Temer e dois ministros por crime de responsabilidade e improbidade administrativa, pelo fato de terem revelado antecipadamente, a mineradoras canadenses, o fim da Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca).


Segundo denúncia publicada pela agência britânica de notícias BBC, "em março, cinco meses antes do anúncio oficial do governo, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, anunciou a empresários do país que a área de preservação amazônica seria extinta, e que sua exploração seria leiloada entre empresas privadas".

O segundo ministro citado no pedido é o Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen.

No documento, Carlos Zarattini (SP), Arlindo Chinaglia (SP) e Marco Maia (RS) denunciam "a implosão de um sistema de proteção, numa área politicamente estratégica para o País e, no bojo dessa decisão", a informação prévia "aos potenciais exploradores das riquezas minerais, como seriam abertos os caminhos para a exploração econômica do nosso patrimônio".

"Uma medida dessa envergadura, que afeta substancialmente a economia, o patrimônio (mineral, ambiental, genético etc) e, consequentemente, toda sociedade brasileira, não poderia ser previamente informada aos investidores estrangeiros, que além de não possuir qualquer compromisso com a sociedade e as riquezas nacionais, tiveram tempo de se organizar para explorar, com maior eficiência e lucratividade, a área tornada desprotegida pelo Decreto Presidencial", diz outro trecho do texto.

"Desse modo, não apenas a edição do Decreto, mas a antecipação de informações desse jaez, merecem uma aprofundada investigação desse Ministério Público Federal, visando a apuração de eventuais responsabilidades dos Representados", pedem ainda os petistas.



Fonte: Brasil247















28 agosto 2017

CUNHA ATACA TEMER E AÉCIO: ’SE ATÉ QUEM CARREGOU MALA FOI SOLTO, POR QUE EU CONTINUO PRESO?’

     28 de agosto de 2017



Com dificuldades na negociação de sua delação premiada, o ex-deputado Eduardo Cunha abriu uma ofensiva contra o relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin. Ele acusa o ministro de obstruir pedidos de liberdade e beneficiar executivos da JBS.


Em nota escrita no complexo penal em que está preso, Cunha relata que Joesley Batista e Ricardo Saud, da JBS, pediram ajuda para aprovar o nome de Fachin para o STF, em 2015, e que disseram manter "relação de amizade" com o então candidato.

"Quando Joesley Batista e Ricardo Saud me procuraram para ajudar na aprovação [de] Fachin, além da relação de amizade que declararam ter com ele, me passaram a convicção de que o país iria ganhar com a atuação de um ministro que daria a assistência jurisdicional de que a sociedade necessitava."

O ex-presidente da Câmara alega que Fachin concedeu "assistência célere e eficiente" aos donos da JBS, "que em apenas três dias conseguiram homologar um acordo vergonhoso, onde ficaram livres, impunes e ricos".No texto escrito da prisão, Cunha ironiza as possibilidades de apelo judicial e diz que recorrerá ao papa, "apesar de ser evangélico e não acreditar que o papa é o representante de Deus na Terra".

O ex-deputado critica ainda a prisão preventiva decretada contra ele por Fachin a partir da delação da JBS.

"Alguém ligado a mim saiu carregando alguma mala monitorada? Se até quem carregou a mala foi solto, por que continuo preso?", pergunta, em referência a aliados dw Michel Temer e do senador Aécio Neves (PSDB).



Fonte: Brasil247














27 agosto 2017

BOMBA! DOLEIRO DELATA AMIGO DE SERGIO MORO POR VENDER FAVORES NA LAVA JATO EM NOME DO JUIZ E DE PROCURADORES

    27 de agosto de 2017



O fato é que Moro perdoou mais de 600 anos de prisão e devolveu mais de R$ 100 milhões de prisioneiros condenados

Investigado na Lava Jato, o advogado Rodrigo Tacla Duran, que tem cidadania espanhola e não foi extraditado ao Brasil, acusa o advogado Carlos Zucolotto Júnior, amigo do juiz Sergio Moro, de vender favores na Operação Lava Jato, como a redução de penas e multas.


É o que a aponta a jornalista Mônica Bergamo, em reportagem publicada neste domingo na Folha de S. Paulo.

"O advogado Rodrigo Tacla Duran, que trabalhou para a Odebrecht de 2011 a 2016, acusa o advogado trabalhista Carlos Zucolotto Junior, amigo e padrinho de casamento do juiz Sergio Moro, de intermediar negociações paralelas dele com a força-tarefa da Operação Lava Jato. O advogado é também defensor do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima em ação trabalhista que corre no STJ (Superior Tribunal de Justiça)", diz Mônica.

Tacla Duran diz ter em seus arquivos correspondências de Zucolotto que comprovariam a intermediação de vantagens. Segundo a reportagem, Zucolotto seria pago por meio de caixa dois e o dinheiro serviria para ’cuidar’ das pessoas que o ajudariam na negociação.

Em nota, Moro afirmou que Zucolotto, que foi com ele recentemente a um show do Skank, é um profissional sério e negou qualquer tipo de triangulação. "A alegação de Rodrigo Tacla Duran de que o sr. Carlos Zucolotto teria prestado alguma espécie de serviço junto à força-tarefa da Lava Jato ou qualquer serviço relacionado à advocacia criminal é falsa", disse o magistrado. "O sr. Carlos Zucolotto é pessoa conhecida do juiz titular da 13ª Vara Federal [o próprio Moro] e é um profissional sério e competente", afirma ainda.

O advogado também afirmou que a acusação é absurda. "Não tem o mínimo de verdade nisso. Não existe", diz Zucolotto. "Eu não conheço ninguém [da força-tarefa]. Nunca me envolvi com a Lava Jato. Sou da área trabalhista. Não tenho contato com procurador nenhum", diz.

Tacla Duran, por sua vez, está escrevendo um livro em que pretende contar sua versão dos fatos. "Carlos Zucolotto então iniciou uma negociação paralela entrando por um caminho que jamais imaginei que seguiria e que não apenas colocou o juiz Sergio Moro na incômoda situação de ficar impedido de julgar e deliberar sobre o meu caso, como também expôs os procuradores da força-tarefa de Curitiba", escreveu Duran, num dos trechos obtidos por Mônica Bergamo.


Leia, abaixo, a íntegra da nota de Moro, enviada ao 247:

Nota oficial

Sobre a matéria "Advogado acusa amigo de Moro de intervir em acordo" escrita pela jornalista Mônica Bérgamo e publicada em 27/08/2017 pelo Jornal Folha de São Paulo, informo o que segue:

- o advogado Carlos Zucoloto Jr. é advogado sério e competente, atua na área trabalhista e não atua na área criminal;

- o relato de que o advogado em questão teria tratado com o acusado foragido Rodrigo Tacla Duran sobre acordo de colaboração premiada é absolutamente falso;

- nenhum dos membros do Ministério Público Federal da Força Tarefa em Curitiba confirmou qualquer contato do referido advogado sobre o referido assunto ou sobre qualquer outro porque de fato não ocorreu qualquer contato;

- Rodrigo Tacla Duran não apresentou à jornalista responsável pela matéria qualquer prova de suas inverídicas afirmações e o seu relato não encontra apoio em nenhuma outra fonte;

- Rodrigo Tacla Duran é acusado de lavagem de dinheiro de milhões de dólares e teve a sua prisão preventiva decretada por este julgador, tendo se refugiado na Espanha para fugir da ação da Justiça;

- o advogado Carlos Zucoloto Jr. é meu amigo pessoal e lamento que o seu nome seja utilizado por um acusado foragido e em uma matéria jornalística irresponsável para denegrir-me; e

- lamenta-se o crédito dado pela jornalista ao relato falso de um acusado foragido, tendo ela sido alertada da falsidade por todas as pessoas citadas na matéria.



Fonte: Brasil247



















25 agosto 2017

PGR CONCLUI QUE MINISTRO DE TEMER É CHEFE DE QUADRILHA NO MATO GROSSO

        25 de agosto de 2017


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que o ex-governador do Mato Grosso Blairo Maggi, um dos alvos da delação premiada de Silval Barbosa, que foi vice-governador na gestão Maggi e depois governador do Estado, foi líder da organização criminosa que acontecia na região.


No pedido enviado ao Supremo Tribunal Federal para que fosse aberto um inquérito a fim de investigar supostos crimes ocorridos no governo do Mato Grosso, Janot ressalta: "Entre os agentes politicos, destaca-se a figura de Blairo Maggi, o qual exercia incontestavelmente a função de liderança mais proeminente na organização criminosa, embora se possa afirmar que outros personagens tinham também sua parcela de comando no grupo, entre eles o próprio Silval Barbosa e José Geraldo Riva".

A abertura de inquérito foi autorizada nesta sexta-feira 25 pelo ministro Luiz Fux. O ministro também retirou o sigilo da delação de Barbosa, que atinge também três parentes de Silval Barbosa e um assessor. São apurados crimes de operação ilegal de instituição financeira, operação ilegal de instituição financeira, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

"O consórcio espúrio entre políticos e empresários tinha como objetivo obter recursos de forma ilícita para o enriquecimento ilícito de seus integrantes, para a manutenção da governabilidade e para o pagamento de dívidas de campanhas políticas", aponta Janot no pedido aceito por Fux", prosseguiu Janot.



Fonte: Brasil247










21 agosto 2017

COMPARTILHE! LISTA DAS EMPRESAS QUE DEVEM R$ 545 BILHÕES E O GOVERNO NÃO COBROU E LEVOU A AUMENTO DE IMPOSTOS E CORTE DE SALÁRIOS

      21 de agosto de 2017


Essa dívida de 1,8 milhão de empresas é referente às contribuições sociais, que também incluem a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Os dados constam em documento da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) entregue à CPI da Previdência.


Os valores arrecadados por meio desses tributos vão para o orçamento da Seguridade Social – que abrange a Previdência, a saúde e a assistência social– e ajudam a financiar programas como o SUS (Sistema Único de Saúde), o seguro-desemprego e o abono salarial.



O débito referente a essas contribuições equivale a 30% de todas as dívidas de pessoas e empresas com a União, que somavam R$ 1,8 trilhão no ano passado.

Entre os 20 maiores devedores estão grandes empresas falidas, como Varig, Vasp e Transbrasil. Mas também há companhias em atividade, como Walmart, Ambev S.A. (controladora de marcas como Skol, Brahma e Antarctica), Eletropaulo, Itaucard, Raízen Combustíveis (junção da Cosan com a Shell) e Companhia Brasileira de Distribuição (dona de Pão de Açúcar, Extra, Casas Bahia e Ponto Frio).

A Procuradoria divide os débitos em dois grupos: empresas consideradas em situação regular, que incluem dívidas em negociação, parceladas, garantidas ou suspensas por decisão judicial, e aquelas em situação irregular, que estão sendo cobradas pelo órgão. Nos dois casos, as empresas constam como devedoras da dívida ativa da União.

A reportagem tentou contato com todas as empresas ativas que estão entre as 20 maiores devedoras. As oito empresas que responderam as perguntas afirmaram estar em dia com suas obrigações tributárias e dizem que questionam, administrativamente ou na Justiça, o valor e a incidência dessas contribuições sociais.

A justificativa das empresas se baseia em controvérsias jurídicas a respeito da incidência desses tributos (leia a íntegra das justificativas das empresas).

A Eletropaulo, empresa ativa que mais deve, diz que o débito de R$ 2,24 bilhões refere-se a “cobranças indevidas”, que estão sendo discutidas em processos judiciais e administrativos.

O Itaucard, quinto da lista, com dívida de R$ 1,48 bilhão, informou “que existem algumas discussões sobre recolhimento de tributos em andamento na esfera judicial e administrativa”.

Controladora da Ulbra (Universidade Luterana do Brasil), a Associação Educacional Luterana do Brasil é a sétima maior devedora, com débito de R$ 1,23 bilhão. A associação diz que ocorreram excessos nas fiscalizações e que elas estão “sendo objeto de pedidos judiciais de revisão”.

O décimo maior devedor, a Companhia Brasileira de Distribuição, que deve cerca de R$ 1,17 bilhão, diz que, “sempre que a companhia entendeu que a cobrança era indevida/inconstitucional, buscou no Judiciário seus direitos”.

Na 13ª posição, com dívida de R$ 912 milhões, a Ambev S.A. esclarece que participa de “discussões legítimas sobre a interpretação da PGFN em torno da configuração de débito, inclusive com decisões judiciais favoráveis à companhia”.

O Walmart, 18º colocado com débito de R$ 739 milhões, informou que questiona se o PIS e a Cofins devem incidir sobre bonificações. Já a Raízen Combustíveis, com R$ 700 milhões de dívida, disse que “pode eventualmente contestar alguns dos valores de tributos, apresentando garantia em todas as ações”.

O banco J.P. Morgan, 14º da lista com dívida de cerca de R$ 831 milhões, disse, após a publicação do texto, que “observa e cumpre a legislação tributária brasileira, efetuando regularmente o pagamento dos tributos devidos, dentre os quais o PIS e a Cofins, e está em dia com suas certidões de regularidade fiscal. As cobranças de tributos consideradas ilegais e indevidas estão sendo contestadas nas vias administrativa ou judicial, conforme prescrito na legislação em vigor”.

“Esclarecemos, ainda, que 97% dos débitos de PIS e de Cofins atualmente inscritos em dívida ativa foram quitados mediante adesão a programas de parcelamento em 2013 e 2014 e apenas aguardam, desde então, a sua baixa definitiva devido a trâmites burocráticos. O restante encontra-se em discussão. Não reconhecemos o valor veiculado na reportagem”, finaliza a nota.


Fonte: PLANTÃO BRASIL
















19 agosto 2017

SERGIO MORO TEVE ENCONTRO FORA DA AGENDA COM RODRIGO MAIA, QUE É ACUSADO NA LAVA JATO

          19 de agosto de 2017



Moro sente-se bem a vontade ao lado de tucanos, peemedebistas e de gente do DEM também no que tange ao “encontro formal” de Moro com Rodrigo Maia, Moro mostra que não passa nem perto do PT, PCdoB ou outros partidos, o juiz sempre encontra-se em festas, eventos e reuniões com deputados tucanos, senadores do PSDB acusados de corrupção, o encontro ocorreu no gabinete do Rodrigo Maia, que é investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e outros, a desculpa de Moro é que era mera “formalidade”, mas para quem encontrou Aécio, Serra, Dória, Capez . O encontro está registrado no site do deputado Rodrigo Maia.


O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, recebeu, nesta quinta-feira, o juiz federal Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, em primeira instância.

Moro veio à Câmara para participar de audiência pública na comissão especial que analisa medidas de combate à corrupção apresentadas pelo Ministério Público, que tramitam na forma do Projeto de Lei 4850/16.

Esta foi a segunda reunião de Maia sobre o assunto nesta semana. Ontem, o presidente da Câmara, reuniu-se com parlamentares e representantes da sociedade civil que defendem as medidas, que deverão ser votadas pelo Plenário da Câmara até o dia 9 de dezembro, data em que se comemora o Dia Internacional de Combate à Corrupção.

Segundo Maia, o combate à corrupção terá seu apoio “integral”, mas antes deverá ser votada uma agenda “igualmente urgente” composta pela renegociação das dívidas dos estados (Projeto de Lei Complementar 257/16); pela retirada da obrigatoriedade de atuação da Petrobras como operadora única dos blocos contratados pelo regime de partilha em áreas do pré-sal (PL 4567/16); e pela votação do processo que pede a cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Na comissão especial, Sergio Moro também pediu a aprovação das medidas. “Claro que essa Casa tem a prerrogativa de debatê-lo, mas nesse contexto queremos que o Congresso faça sua parte e se junte a outras instituições no combate à corrupção”, disse.



Fonte: Plantão Brasil













17 agosto 2017

HERDEIRA DO CREDIT SUISSE DOBRA PARA R$ 1 MILHÃO DOAÇÃO A LULA

   17 de agosto de 2017



A Justiça paulista determinou que Roberta Luchsinger, herdeira de um ex-acionista do banco Credit Suisse, pague um débito de R$ 62 mil com uma loja antes de doar dinheiro a alguém.

A decisão do magistrado Felipe Albertini Nani Viaro, da 26º Vara Cível, veio na esteira do anúncio feito por Roberta de que iria doar R$ 500 mil para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após ele ter os bens bloqueados por decisão do juiz federal Sérgio Moro, no âmbito da Lava Jato.

Pelas redes sociais, a herdeira definiu a decisão do magistrado como "perseguição" e anunciou que irá dobrar a oferta ao petista. "Depois de quererem bloquear a doação ao Lula, eu decidi dobrar", anunciou, pelo Twitter.

"Acho que a partir de agora, baseado na decisão do juiz que quer me impedir de doar para o Lula, confirmando assim a perseguição contra o presidente, deveria ser proibida qualquer doação a seja quem fosse. A começar pelas empresas que doam ao Doria por exemplo, será q estão todas ok? Será que esse juiz não gostaria de pegar e fazer essa análise ?!! Juristas de plantão , o que pode ser feito? Se não pode pra um , não pode pra outro....", postou Roberta no Facebook.

A decisão do juiz foi lastreada em um pedido de execução feito por uma loja de móveis por conta de uma dívida de R$ 62 mil que teria sido contraída por Roberta. "Advirta-se, ainda, que deverá abster-se de qualquer ato de disposição graciosa dos bens até que pague a integralidade da dívida", destaca a decisão.
A Justiça determinou, ainda, um prazo de dez dias para que Roberta Luchsinger possa "indicar bens passíveis de penhora, sob pena de se considerar praticado ato atentatório à dignidade da Justiça, sujeito a multa no valor de até 20% do valor atualizado do débito em execução".




Fonte: Brasil247








16 agosto 2017

JATINHO USADO POR DORIA PARA VIAJAR PELO PAÍS É DE ADVOGADO COM CONTRATO MILIONÁRIO SEM LICITAÇÃO NO GOVERNO TEMER

   16 de agosto de 2017



O avião utilizado pelo prefeito João Doria para ir hoje a Palmas, no Tocantins, pertence ao escritório de Nélson Willians, advogado com ligações muito próximas de Michel Temer e o PMDB.

O escritório de Nélson Willians foi contratado, no ano passado, pela diretoria do Porto de Santos, antigo feudo político de Temer, para arbitrar uma disputa com a empresa Libra, uma das arrendatárias do porto para operações de contêineres, ao qual a empresa estaria devendo R$ 2,3 bilhões.

Não houve licitação para a escolha do escritório e sua contratação chamou a atenção também porque a Libra tem ligações com Temer.

Seus sócios doaram R$ 1 milhão para sua campanha a vice-presidente, em 2014. Pelo de arbitragem, o escritório pode receber R$ 23 milhões, 1% do valor da dívida.


A vinculação do escritório de Nélson Willians com os interesses de Temer também passa pelo processo de impeachment que tirou Dilma Rousseff do Palácio do Planalto.

Dois sócios de Nélson Willians prepararam o pedido de impeachment de Dilma Rousseff que Alexandre Frota levou a Brasília em 2015 – Cunha recebeu, mas colocou para votar outro pedido, o de Janaína Pachoal.

O avião do escritório de Nélson Willians também levou Frota para participar das manifestações pró-impeachment de Dilma, no dia da votação.

No governo Temer, além do contrato milionário com o Porto de Santos, Nélson Willians assinou contrato com o Banco do Brasil para administrar quase metade da sua carteira de processos na Justiça, depois de uma disputa rumorosa, que começou em 2014 e foi parar na polícia e no TCU, com a acusação de que o escritório teria cometido fraude para somar pontos na licitação.

Em maio, outro avião do escritório, o Citation PR-ARA, foi usado para levar Doria a Pirenópolis, em Goiás, no casamento da filha do governador Marconi Perillo. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, acompanhou o prefeito.

Procurado pelo DCM, Nélson Willians confirmou que cedeu o avião a Doria, de quem se diz advogado.

“Eu sou advogado e amigo dele há muito tempo e ele estava impossibilitado de usar o avião dele hoje. Em emprestei e agora, quando eu precisar, uso o avião dele, que é maior. A gente faz um banco de horas, isso é comum na aviação”, afirmou.

O senhor é advogado de João Doria em que casos? “Sabe aquele de Campos de Jordão (invasão de área pública)? Eu sou advogado dele nesse processo. Também em processos trabalhistas, e em processos dele e da Bia (mulher de Doria)”, disse.

Nélson Willians frequenta os eventos do grupo Lide, onde foi fotografado ao lado de Doria e do juiz Sérgio Moro.

Um voo de ida e volta entre São Paulo e Palmas em táxi aéreo está cotado a R$ 43 mil reais (este é o preço do frete em um King Air, inferior ao Learjet, modelo usado na viagem).

O compromisso de Doria em Palmas não era de interesse da prefeitura. Ele foi para lá a convite do senador tucano Ataídes Oliveira, para participarem juntos do 2.º Encontro Estadual do PSDB do Tocantins.

Em Palmas, Doria foi recebido por um grupo de pessoas com camisetas anunciado a candidatura dele a presidente. Em ruas da cidade, foram vistas faixas com mensagens como “Tocantins quer Doria presidente” e “O Brasil precisa de gestão”.

A visita a Palmas faz parte de um circuito de viagens do prefeito. Ele também vai ao Recife (PE), Vila Velha (ES), Campina Grande (PB), Aracaju (SE) e Fortaleza (CE).

O que ele vai fazer nesses lugares? Campanha, claro — embora diga que o motivo é outro –, no avião do amigo que conseguiu bons negócios no governo Temer. Um sem licitação e outro com uma licitação em que o escritório de Nélson Willians foi acusado de fraude.





Advogado diz que é amigo e advogado de Doria, que o apresentou ao juiz Moro



Fonte: Diário do Centro do Mundo










15 agosto 2017

15 DE AGOSTO: LAVA JATO COMPLETA 4 ANOS E NENHUM MEMBRO DO PSDB FOI PRESO

         15  de agosto de 2017


Uma das principais críticas à operação Lava Jato é a seletividade. Ou seja, a ideia de que os juízes e procuradores interpretam os indícios de maneira diferente, conforme o nome do réu ou o partido político envolvido nas denúncias.


PT, PSDB e PMDB foram os que mais receberam dinheiro de empresas citadas na Lava Jato. Os partidos se defendem dizendo que as doações foram feitas conforme a lei. Entre os três mais citados, apenas o PSDB não teve nenhum dos membros preso.

O senador Aécio Neves é o único político tucano com abertura de inquérito solicitada pela Procuradoria Geral da República. E os indícios contra ele não são poucos.

O dono da empresa JBS, Joesley Batista, disse em delação premiada que Aécio recebeu 60 milhões de reais ilegalmente em 2014. Essa acusação ainda não tem provas.

Acontece que Joesley entregou à Justiça uma gravação deste ano, em que Aécio Neves aparece pedindo a ele dois milhões de reais para pagar sua defesa na Lava Jato. Na sequência do telefonema, o senador tucano afirma que um primo dele iria receber o dinheiro. A entrega desses valores foi filmada pela Polícia Federal.

Parecia que não tinha escapatória. Mas teve. Em junho, o Supremo Tribunal Federal negou o pedido de prisão e mandou o tucano de volta ao Senado. Na decisão, o ministro Marco Aurélio Mello descreveu o PSDB como um dos maiores partidos do Brasil e disse que Aécio tem uma carreira política "elogiável".

Se comparado ao caso José Dirceu, parece piada de mau gosto. O ex-ministro chefe da Casa Civil, do PT, ficou preso por quase dois anos sem uma sentença condenatória em última instância.
A falta de pressa e de rigor nos processos que envolvem o PSDB, em relação a outros partidos, é questionada desde o início da Lava Jato. O chefe da força-tarefa em Curitiba, Deltan Dallagnol, foi perguntado sobre isso ao vivo na rádio Band News, em março. A explicação, segundo ele, é que o PSDB não fazia parte da base aliada do governo federal nos últimos anos.

Essa desculpa não cola. Na delação da empreiteira Odebrecht, por exemplo, são várias citações a políticos tucanos: quatro senadores e ex-senadores, 15 deputados e ex-deputados, três governadores e uma série de vereadores não identificados.

O patriarca da empreiteira, Emílio Odebrecht, admitiu ao Ministério Público que recebeu vantagens indevidas durante as campanhas presidenciais de Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998. Mas nada disso foi adiante.

Se Aécio escapou da prisão e retornou ao mandato, mesmo com tantos indícios, é difícil imaginar que um tucano será preso tão cedo.

Todos têm amplo direito de defesa. Mas, na Lava Jato, parece que esse princípio vale mais para uns do que para outros.



Fonte: Brasil de Fato












14 agosto 2017

GOVERNO GENTIS/MARINHOS CAUSA PREJUÍZO NA COMUNIDADE DA ESCOLA EDSON LOBÃO

      13 de agoto de 2017


O impasse na UNIDADE INTEGRADA MUNICIPAL “EDSON LOBÃO”, sempre foi uma Escola que as administrações não respeitam, porque o corpo docente e a Comunidade Escolar cobram eleições diretas para Direção Geral e Adjunta conforme o Art. 49 da Lei do Magistério de Caxias, como é um hábito nas Administrações caxiense em não respeitar esta Lei, eles colocam Diretores por indicação de vereadores, Secretários Municipais, pessoas sem curso de Licenciatura, neste governo a coisa é pior, pois chegaram denúncias no Sindicato que pessoa que não tem curso Superior foi contratada para cargo de Direção de Escola Municipal Caxiense.


Há vários meses a Comunidade Escolar da Escola Edson Lobão vem tentando uma solução junto ao Governo para o problema da Direção Geral e Adjunto da Escola.

A Comunidade Escolar depois que fizeram reunião e escolheram sua representante, foram até a Secretária de Educação entregaram o Ofício (protocolam em 17/04/2017) encaminhado o nome da Professora Pollyanna Lívia Teixeira de Carvalho (Mat. 4058-1), isso antes da Páscoa e até hoje a professora não foi nomeada.

Agora a Comunidade Escolar da Escola Edson Lobão fez mais uma reunião e após, fez mais um Ofício direcionado ao Prefeito e protocolou no dia 11/08/2017 dando um prazo ao Gestor que até o dia 17/08/2017 esta situação não esteja solucionada, no dia 18/08/2017 as atividades da Escola irão paralisar e com a paralisação os alunos são os mais prejudicados por falta de aulas, mas é isso mesmo que os Gestores querem da Educação Caxiense?



O Prefeito Fábio Gentil está tentando colocar terror nos Trabalhadores municipais, no mês passado ele divulgou que iria atrasar o pagamento dos Professores, usando como desculpa a dívida de R$ 3.635.935,93 (três milhões, seiscentos e trinta e cinco, novecentos e trinta e cinco reais e noventa e três centavos) cobrada pela União, por causa de repasses da complementação do FUNDEB, feitos a maior, no ano de 2016.

Neste mês chamaram os Trabalhadores para uma reunião, nesta reunião anunciaram o golpe de atraso de pagamento aos vigias, merendeiras e zeladoras, com as mesmas desculpas de que está faltando dinheiro para pagar os Trabalhadores da Educação.




Mas uma vez o SINTRAP faz estudos a partir dos seus representantes no CONFUNDEB, e desmascara o Prefeito, caso essa maldade se confirme, seria pura má fé da administração. Foi constatado que na conta nº 23.119-3 do FUNDEB) no dia 04/08/2017 havia um saldo de R$ 8.509.212,36 (oito milhões, quinhentos e nove mil, duzentos e doze reais e trinta e seis centavos.) ainda irão chegar as parcelas dos dias 10, 20 e 30, eita prefeito, mentiras tem pernas curtas.


SINTRAP












12 agosto 2017

GLOBO PIRA DE ÓDIO! DECISÃO DE MILIONÁRIA DE AJUDAR LULA REVOLTA BRASILEIROS QUE PENSAM QUE SÃO RICOS; ENTENDA!

         11 de agosto de 2017



Vista de longe, a neta do banqueiro suíço Roberta Luchsinger poderia ser confundida com uma batedora de panela, dessas que gravam vídeo para dizer “sou rica, sou rica”, têm horror a pobres e fingem se importar com eles.


Roberta foi educada pelas melhores escolas, costuma se deslocar de helicóptero e recebia do avô banqueiro uma mesada de 28 mil francos suíços, o equivalente a 97 mil reais, segundo informa a jornalista Eliane Trindade, em sua coluna na Folha.

A família de Roberta foi alvo de texto até de João Doria Júnior, que tem um faro especial para negócios que envolvem milionários — em 2016, em sua coluna na revista Istoé, Doria escreveu sobre uma disputa por herança na família.

Só que Roberta não é como seu pares no Brasil, meritocratas da boca para fora, que não largam a teta do Estado. Não é tampouco bolivariana, socialista ou comunista. É alguém que entendeu a importância das políticas de inclusão social no Brasil.

“Esse ódio exacerbado contra os partidos de esquerda, principalmente contra o PT, chegou ao ponto de cegar parte da sociedade. Virou moda se referir a Lula como ladrão”, afirmou ela à Folha.

 “Esses que hoje o demonizam se esquecem de que Lula foi bom para os pobres e também para os ricos e deixou a Presidência com 90% de aprovação”.

Roberta é filiada ao PCdoB, partido que conheceu quando esteve casada com o ex-delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, que foi deputado. Mas não segue a cartilha marxista, como de resto o PCdoB e a maior parte dos partidos de esquerda — Marco Aurélio Garcia, que foi um influente conselheiro de Lula, já dizia que ficaria de joelhos agradecendo a Deus se, pelo menos, o Brasil se aproximasse da social-democracia.

O casamento de Roberta terminou de maneira rumorosa, com a declaração dela de que foi traída pelo ex. “Cansei de ser chifrada”, disse à Veja. Roberta, no entanto, soube separar as coisas e hoje continua apoiando o ex-delegado, asilado na Suíça por conta de uma condenação Brasil, por desvio funcional no caso da operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas.

Roberta também permaneceu filiada ao PCdoB, partido de Protógenes, e só separou depois da campanha de 2014, para não atrapalhar a campanha à reeleição do então marido.

Sua página no Facebook revela um pouco do que pensa. Ela postou uma reportagem sobre o prefeito de São Paulo e escreveu: “Doria e seu sonho de ser o Lula”. Crítica da Lava Jato e ironizou a notícia de que Adriana Ancelmo, depois de presa, se separaria do ex-governador Sérgio Cabral: 

“Acabou a mamata, acabou o amor… será que algum dia ele existiu?” Chamou o impeachment pelo que é: golpe.

Na rede, não deixa de falar de suas preferências pessoais, como vestido de casamento e música.

Roberta namorou o ex-prefeito de Jaguariúna, depois da separação de Protógenes, se preparou para desfilar em escola de samba e planejou escrever um livro para dar dicas de gastronomia para quem quer emagrecer – ela disse que perdeu mais de 30 quilos mudança de hábitos alimentares.

Aos 32 anos, Roberta, no campo pessoal, tem sonhos e planos como toda mulher da sua idade. O que a difere é a sensibilidade social. Depois que anunciou que doaria 500 mil reais a Lula e sugeriu uma vaquinha, foi criticada por gente que acredita pertencer ao mesmo mundo que ela.

“Que tal doar para mim também? Perdi quase tudo que meu suor conquistou com as trapalhadas dos socialistas. Aceito $ 100.000,00. Já ajuda”, escreveu um deles na rede social. Os outros vão na mesma linha. São provavelmente da mesma massa que se informa pelo Jornal Nacional e não entenderam nada sobre o que foi governo Lula nem sobre os propósitos de Roberta.

Roberta acredita que, com o golpe que derrubou Dilma, o Brasil foi na contramão da história e isso é ruim para os negócios. Para ela, o país precisa reduzir a desigualdade social para crescer e não cortar direitos sociais, que, no curto prazo, beneficiam apenas uma parcela muito pequena da sociedade.

“Independentemente de (Lula) ser ou não candidato, este dinheiro vai permitir a Lula sair pelo Brasil espalhando esperança. Não podemos perder a crença na política. Precisamos de união”, disse.

Os críticos de Roberta, seguidores do Pato da Fiesp, se comportam como os brancos pobres da época em que a sociedade ainda era escravocrata. Repetem o que ouvem e acham que são ricos. Não passam de massa de manobra de uns poucos brasileiros. Quem conhece a riqueza sabe que, até para explorar, o Brasil precisa de inclusão social, e não o contrário.




Por Joaquim de Carvalho