24 setembro 2018

EM PESQUISA DO MERCADO FINANCEIRO, HADDAD MANTÉM DISPARADA, BOLSONARO ESTACIONA E CIRO CAI

24 de setembro de 2018





Pesquisa do instituto FSB contratada pelo Banco Pactual e divulgada na madrugada desta segunda (24) indica que a disparada de Haddad continua e ele está consolidando sua posição para o segundo turno. O salto de Haddad é impressionante: foi de 8% em 08 e 09 de setembro para 16% (15 e 16 de setembro) e agora chega a 23%, com o campo feito no sábado e domingo. Um salto de 15 pontos percentuais em duas semanas. Bolsonaro manteve-se com os mesmos 33% da semana passada. Ciro caiu de 14% para 10%; Alckmin subiu de 6% para 8%; Marina manteve-se com 5%; Amôedo e Meirelles têm 3% cada um, Álvaro Dias tem 2% e os demais não pontuaram.


A disparada de Haddad acontece também na pesquisa espotânea. Em duas semanas ele saltou de 3% para 17%. Bolsonaro subiu um ponto, para 31%. Ciro caiu um ponto para 7%, Alckmin tem 4%. Marina e Amôedo têm 2% cada.
A pesquisa foi feita por entrevistas telefônicas, realizadas por entrevistadores por meio de telefones fixos e móveis, nos dias 22 e 23 de setembro de 2018. Esta é uma diferença em relação às pesquisas dos institutos DataPoder e Ipesp, que são feitas por telefone e eletronicamente. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-03861/2018. A supervisão técnica do levantamento é de Gustavo Venturi, professor doutor do Departamento de Sociologia da USP e ex-diretor do Datafolha. A pesquisa pode subestimar o potencial de Haddad, porque os 10% mais pobres do país não são atingidos nos levantamentos telefônicos -e é maior o apoio ao candidato de Lula quanto mais pobres os pesquisados.

Um aspecto relevante da pesquisa é a afirmação de voto "definitiva" pelos eleitores. Elas estão no mesmo nível para Bolsonaro e Haddad (86% e 84% respectivamente) e cai muito para os demais candidatos. No caso de Ciro, este número cai para 58% e no de Alckmin para 56%.

No segundo turno, Haddad saltou de 38% para 40% em uma semana e Bolsonaro caiu de 46% para 44%. Ambos têm o mesmo índice de rejeição: 48%.

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Fonte: Brasil 247














23 setembro 2018

HADDAD É O NOME CERTO PARA ENFRENTAR O FASCISMO


23 de setembro de 2018





Quem sugere, de forma aberta ou velada, esvaziar a candidatura de Fernando Haddad a partir de cálculos eleitorais – e não está agindo de má fé, com vistas a conter a onda vermelha que ganha corpo pelo Brasil inteiro, como faz a Rede Globo –, me desculpe, mas não entendeu o que está acontecendo no país desde 2016, ou de 2014, ou de 2013

Antes de tudo, qualquer gesto nesse sentido seria um absurdo lógico. Afinal, onde já se viu a base de apoio de um candidato, um dos dois líderes de intenção de voto ao segundo turno, abandonar o campo de batalha com base na suposição duvidosa de que, na etapa seguinte, a do eventual confronto contra o oponente apontado como o "mal maior", um terceiro concorrente, menos cotado no momento, teria maiores chances? Tal conduta entraria para os manuais de ciência política com um exemplo de insensatez.
Para entender o que está em jogo, se faz necessário voltar a atenção para as motivações ocultas do golpe de 2016. As forças políticas e sociais que, com o apoio discreto do imperialismo estadunidense, se aliaram para depor a presidenta legítima Dilma Rousseff tinham o objetivo imediato, bastante evidente, de cortar o ciclo de mandatos liderados pelo PT e impor, o quanto antes, sua própria agenda de neoliberalismo extremo e entrega das riquezas nacionais ao capital externo. Mais do que isso, eles – a burguesia, a elite do Judiciário, os barões da mídia e os políticos de aluguel – queriam banir de uma vez por todas a esquerda da cena pública, em particular o PT, maior partido de massas a surgir em toda a história brasileira.
Era e é essencial, para a direita golpista, criminalizar o PT e suas lideranças, especialmente Lula, estigmatizar a legenda, desmoralizar seus dirigentes, impor por meio de multas e outros mecanismos um impacto financeiro fatal, tudo isso com o objetivo de inviabilizar, por tempo indeterminado, o acesso de qualquer força política de matriz popular a posições de poder no espaço institucional. Delenda PT! Trata-se de demolir, queimar, salgar a terra e espalhar os pedaços, para que nunca mais outro ator político se atreva a desafiar o monopólio do Executivo federal pelas classes dominantes.
Claro, também faz parte da agenda reacionária desarticular os sindicatos – efeito colateral do desmanche trabalhista, sem prejuízo de medidas antilaborais futuras –, desmantelar os movimentos sociais mais combativos, golpear e manter sob assédio o pensamento crítico, as universidades, os professores. Mas o alvo principal, tornado bem visível pela atuação da mídia e da Lava Jato, sempre foi o partido da estrela vermelha.
A débil reação das esquerdas perante o assalto ao Palácio do Planalto indicava rápido progresso na execução desse plano de terra arrasada, e seus arquitetos entraram em êxtase com os resultados das eleições municipais, quando o PT foi varrido de quase todas as prefeituras sob seu comando, de norte a sul. Não faltaram nem mesmo os intelectuais de esquerda que, afoitamente, assinaram como testemunhas o atestado de óbito da agremiação petista, como um produto com prazo de validade expirado.
O fato é que o coração do defunto ainda palpitava, e o PT se ergueu, pouco a pouco, do seu leito de morte. Recuperou o protagonismo na cena política, enquanto o desgoverno Temer naufraga na recessão, no desemprego, nos escândalos de corrupção, nos seus conflitos e contradições internos, que atingiram o ponto mais crítico na mobilização dos caminhoneiros.
O PT não apenas sobreviveu, mas é o único partido apontado pelas pesquisas como detentor do apreço de uma parcela significativa da opinião pública, com a preferência de 19% dos brasileiros, tendendo a aumentar (Datafolha, 2017). Seu líder, mesmo encarcerado, carregando nas costas uma condenação em duas instâncias (ainda falta uma) e a honra ferida por anos e anos de calúnias midiáticas, brilhou nos últimos meses como o candidato preferido dos brasileiros à presidência caso seu ingresso na disputa fosse autorizado por um Judiciário descaradamente partidário e desonesto.
Depois de tudo isso, será que teria cabimento, faria algum sentido sacrificar a candidatura de Haddad no altar de um suposto pragmatismo político só porque algumas pesquisas indicam que, "se a eleição em segundo turno ocorresse hoje", Ciro Gomes teria mais chances contra Bolsonaro?
Um movimento nesse sentido, de desistir da refrega justamente no momento em que a campanha de Haddad ganha maior impulso, equivale a se render, sem luta, por antecipação, ao antipetismo irracional disseminado pela mídia e pelo Judiciário – uma capitulação vergonhosa, infame, irreversível.
Seria como se o PT proclamasse: "Sim, mea culpa, somos os culpados de tudo o que se fez de errado neste país"; "de fato, no momento, somos inelegíveis para a presidência, por conta dos nossos erros"; "sim, prezado William Bonner, você tem razão, vamos interromper tudo e fazer nossa autocrítica, apregoar aos quatro ventos nossas falhas reais e imaginárias, enquanto vocês, os puros, os imaculados, resolvem a seu critério qual será o destino do país".
O que se espera dos apoiadores de Haddad? Que eles digam "ok, ilustríssimo juiz Sergio Moro, você venceu, impugnou o PT, mas nós somos mais espertos e vamos enganar você votando no Ciro pra derrotar o Coiso?"
O PT de Lula e de Haddad, aliado ao PC do B na coligação que na semana passada levou multidões às ruas do Recife, de Vitória da Conquista, de Florianópolis, fez a opção oposta – decidiu lutar, na crença firme de que a história se constrói no dia a dia, sem fatalismos. Cada voto conquistado indica a negação de todo um discurso falacioso em que o partido aparece como a síntese de todos os males. Nos termos da moda, é a desconstrução da narrativa golpista. E qual argumento de campanha é melhor do que a experiência vivida pelo próprio povo, esse povo que pela primeira vez teve uma leve noção do que se pode obter de um governo que leve efetivamente em conta as demandas dos menos favorecidos?
Neste momento, a duas semanas de uma eleição que ainda promete momentos terríveis, as pesquisas de intenção de voto são feitas sobre um terreno movediço. Poucas certezas: a posição consolidada do fascista, a rápida conversão das preferências de Lula em favor de Haddad, o fiasco das duas candidaturas do neoliberalismo tradicional (Alckmin e Marina). O segundo turno, se houver, será outra eleição, a ser disputada ao redor de um eixo que certamente trocará o "PT x anti-PT", por um outro, de ressonâncias épicas: "civilização x barbárie". Aliás, é o que já começa a ocorrer, na esteira de iniciativas do tipo "#elenão", puxadas pelas feministas.
Nada garante que, se Ciro chegar ao segundo turno, será poupado da histeria antipetista dos fascistas, já que, afinal, será "o candidato apoiado pelo PT", aquele que foi ministro nos governos de Lula e de Dilma.
Quem está com Ciro ou com Boulos por acreditar que um desses candidatos é o melhor, ótimo, não vou polemizar. Boa sorte, que vocês conquistem muitos votos, e marcharemos juntos no segundo turno, ao lado de todos os outros que venham se aliar a nós no combate às trevas.
Quem prefere Haddad, mas está vacilando por conta de especulações daquele tipo que os estudantes secundaristas costumam ridicularizar com a expressão "Cálculo Hipotético Universal Técnico-Estatístico" (CHUTE), está, me desculpem a franqueza, fugindo à luta.
Uma coisa parece clara. Se, a principal corrente da esquerda brasileira, a esta altura, depois de todos os percalços, claudicar na hora decisiva de levar Haddad ao segundo turno, podem anotar que nunca, jamais terá as credenciais morais para empreender alguma luta relevante para o povo brasileiro, qualquer que seja essa luta. Política, como poucas outras atividades humanas, exige coragem, disposição para assumir riscos.

Fonte: Brasil 247  por IGOR FUSER
Professor de relações internacionais na Universidade Federal do ABC (UFABC)

















FOLHA RECONHECE: HADDAD FOI PREFEITO EXEMPLAR

23 de setembro de 2018





Folha de S. Paulo reconhece: Fernando Haddad foi um prefeito exemplar; reportagem sobre o período de Haddad na Prefeitura (2013-2016) admite: ele destacou-se na luta contra a corrupção, teve uma gestão financeira impecável e só não conseguiu concluir um ambicioso programa de obras porque metade de sua gestão (2015-16) foi impactada pelo abalo da economia decorrente crise aberta pela chantagem das elites contra Dilma

247 - Mesmo um dos veículos da mídia conservadora que tem a marca de antipetista radical, a Folha de S. Paulo, foi obrigada a reconhecer: Fernando Haddad foi um prefeito exemplar. Os Frias fizeram nos últimos anos um percurso similar ao do partido com o qual a família sempre teve identidade, o PSDB, da social-democracia para a direita. Mesmo assim, ao fazer uma reportagem sobre o período de Haddad à frente da Prefeitura de São Paulo (2013-2016), o jornal foi obrigado a reconhecer: ele destacou-se na luta contra a corrupção, teve uma gestão financeira impecável e só não conseguiu concluir um ambicioso programa de obras porque metade de sua gestão (2015 e 2016) foi impactada pelo abalo da economia decorrente da irresponsabilidade das elites em sua ação para derrubar Dilma Roussef, que lançou o país numa crise profunda. 
O artigo publicado na edição deste domingo (23) atesta que Haddad, para além das ciclovias, que acabaram se destacando como ícone de sua gestão, recuperou as finanças e ele foi um marco na luta contra a corrupção na cidade: "[Haddad deixou] outras marcas além das faixas de ônibus, embora menos midiáticas. Exemplos são a renegociação da dívida, que desafogou as contas da cidade, e a criação da CGM (Controladoria Geral do Município), responsável pela descoberta do maior escândalo de corrupção recente, a máfia do ISS."
Sim, o jornal admite que Haddad conseguiu recuperar as finanças da cidade depois do período desastroso dos prefeitos de direita José Serra e Gilberto Kassab -o que é curioso, pois a direita e suas mídias, que fazem o discurso do "equilíbrio fiscal" e da "responsabilidade financeira", são responsáveis por verdadeiros descalabros quando assumem os governos, como o caso paulistano e o de Temer nacionalmente. Ao contrário da esquerda, que sempre coloca "a casa em ordem", como acontece nos governos do PT em âmbito federal, estadual e municipal. 
O reconhecimento de Haddad por seu combate à corrupção é notável e deita por terra todo o discurso da própria Folha e dos demais veículos conservadores associados ao Judiciário e aos partidos de direita segundo o qual o PT seria "uma quadrilha".  A reportagem confirmar o discurso de Haddad desde o início da campanha eleitoral segundo o qual o que importa no combate à corrupção é o fortalecimento das instituições, característica dos governos petista. A direita, ao contrário, tem ao longo da história operado na manipulação das instituições a serviço de seus interesses, como aconteceu nos governos FHC e, em São Paulo, nas gestões de Serra e Kassab.
Ainda que de maneira envergonhada, a reportagem indica que os projetos de obras importantes para a cidade foram afetados pela crise de 2015-2016. "Haddad foi eleito em um cenário de crescimento econômico, com a promessa de revolução urbanística e social", indica o texto. A reportagem atribui as dificuldades da gestão de Haddad, aos "protestos contra o aumento da tarifa de junho de 2013, o consequente congelamento da passagem e o reajuste do IPTU barrado pela Justiça". Mas, curiosamente, ignora o principal motivo para elas, a crise econômica aberta com o boicote do 'mercado' ao governo Dilma a partir do início de 2015.
Vale a pena ler a reportagem de Artur Rodrigues, aqui
 Fonte: Brasil 247  por Artur Rodrigues












19 setembro 2018

MORO REFORÇA FALTA DE PROVAS NA SENTENÇA DE LULA E CONFIRMA NOVAMENTE “FARSA” PARA MANTÊ-LO PRESO

19 de setembro de 2018





O juiz Sérgio Moro, em despacho emitido nessa quarta-feira (19), reafirmou que não há provas que relacionem os contratos da Petrobrás listados pelo Ministério Público da Lava Jato, ou recursos da empresa estatal, com supostas vantagens que Lula teria recebido em um apartamento do Guarujá que não é do ex-presidente

A manifestação é importante porque reforça que a condenação de Moro não tem provas, e está baseada apenas e exclusivamente no depoimento do co-réu Léo Pinheiro, que teve redução de pena por acusar Lula.
Diz Moro no despacho de 19 de setembro: “Não há prova de que os recursos obtidos pela OAS com o contrato com a Petrobrás foram especificamente utilizados para pagamento ao Presidente. Mas isso não altera o fato provado naqueles autos de que a vantagem indevida foi resultado de acerto de corrupção em contratos da Petrobrás”.

A única pessoa que falou isso em todo o processo foi o empreiteiro Léo Pinheiro, depois de estar preso há mais de um ano pelo próprio Sérgio Moro, e que falou isso em busca de um acordo para reduzir sua pena.


Os contratos da Petrobrás listados pelo ministério Público na acusação contra Lula foram firmados entre 2006 e 2008. Não há nenhum indício nos autos de qualquer relação de Lula com esses contratos, tanto que Lula foi condenado por “atos de ofício indeterminados”, ou seja, desconhecidos.
A suposta “vantagem indevida” que teria sido recebida seria um apartamento no Guarujá que não é nem nunca foi de Lula. Era da própria OAS, onde aconteceram reformas em 2014, pelo menos seis anos após os contratos listados pelo Ministério Público na acusação e três anos depois de Lula não ocupar mais nenhum cargo público.
Lula esteve no tal apartamento uma vez porque sua família cogitou comprar o imóvel. E não quis comprá-lo.
É com essa farsa que Moro mantém Lula preso e impedido de disputar as eleições.

Fonte: Portal Click Política
 













GOVERNO GENTIS/MARINHOS TENTA LUDIBRIAR (ENGANAR) O POVO COM OBRA ELEITOREIRA

19 DE SETEMBRO DE 2018




Os Gentis/Marinhos não são os primeiros a fazerem Obras eleitoreiras e com certeza não serão os últimos, tendo em vista que as eleições ocorrem a cada dois anos





Vejam essas fotos e percebam a celeridade dos serviços desta escola no Residencial Vila Paraíso. Como a Placa mostra, o início da Obra foi em 01/08/2018, também na Placa mostra o nome do engenheiro, número do CREA do engenheiro, nome da empresa responsável pela construção, valor da Obra R$ 1.922.986,83, prazo para o término dos serviços e a entrega à população em 180 dias, ou seja, em 01/02/2019, porém o mais importante não consta na Placa, a FONTE dos recursos para a construção da escola. 

E mais, será que esta Obra irá continuar com a mesma celeridade de agora depois do dia 07/10/2018?






Para se ter uma noção como esta escola está sendo o chamariz de votos para os candidatos que Fábio Gentil está apoiando, que o prefeito já esteve olhando a Obra por mais de duas vezes e ontem estava lá orientando os serviços o Secretário de Infra Estrutura Murilo, rodeado de seguranças.




FOTOS DA CRECHE NA QUADRA "A"




Enquanto isto, as creches que deveriam ser entregues à população em 18/05/2017 se encontram a passo de tartarugas, ontem com um ano e 120 dias de atraso, embora já tenha chegado aos cofres do Município de Caxias – MA R$ 4.851.124,39, sendo R$ 1.167.117,49 a mais do valor inicial que era de R$ 3.684.006,90 e continuam assim, mas como houve uma denúncia no dia 14/09/2018, ontem na creche da Quadra C, que se encontra mais avançada, havia trabalhadores fazendo paredes e outros descarregavam os pisos de uma carreta.




FOTOS DA CRECHE DA QUADRA "C"





Fonte: fnde.gov.br/bb













18 setembro 2018

IBOPE: HADDAD CRESCE 11 PONTOS E SE ISOLA NO SEGUNDO LUGAR; BOLSONARO MANTÉM LIDERANÇA

18 de setembro de 2018





A quarta pesquisa Ibope/Estado/TV Globo desde o início oficial da campanha eleitoral nas eleições 2018 revela que o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, subiu 11 pontos porcentuais em uma semana e se isolou na segunda colocação, com 19%, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que oscilou dois pontos porcentuais para cima e chegou a 28%.

A seguir aparece Ciro Gomes (PDT), que se manteve com os mesmos 11% da semana anterior. Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou dois pontos para baixo, de 9% para 7%. E Marina Silva (Rede) caiu três pontos, de 9% para 6%.
“Com esse crescimento de Haddad, a probabilidade de haver segundo turno entre ele e Bolsonaro aumentou significativamente, embora não se possa descartar totalmente outros cenários”, disse Marcia Cavallari, diretora executiva do Ibope Inteligência.
A pesquisa divulgada nesta terça, 18, é a primeira do Ibope que capta os efeitos da oficialização de Haddad como candidato do PT, ocorrida no dia 11. Em sua primeira semana como substituto de Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso na Operação Lava Jato -, ele avançou de 8%, patamar que o colocava em situação de empate técnico com três adversários, para 19%, abrindo oito pontos de vantagem sobre Ciro, seu principal rival na disputa por uma vaga no segundo turno.
O levantamento é também o segundo desde que Bolsonaro foi esfaqueado em Juiz de Fora (MG), quando participava de um evento de campanha. Desde então, ele subiu seis pontos porcentuais, de 22% para 28%.
Os candidatos do PSL e do PT são os dois únicos que apresentaram tendência de alta desde o início da série de pesquisas Ibope, em 20 de agosto.

Fonte: IBOPE  por ISTOÉ














17 setembro 2018

CNT/MDA - HADDAD ABRE 7 PONTOS DE VANTAGEM PARA CIRO E SE CONSOLIDA NO SEGUNDO TURNO

17 de setembro de 2018





Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira (17) aponta o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) na liderança com 28,2% das intenções de votos na modalidade estimulada (quando são apresentados os nomes dos candidatos). Fernando Haddad (PT) aparece na segunda posição, com 17,6%, seguido por Ciro Gomes, do PDT (10,8%).


Geraldo Alckmin (PSDB) alcança 6,1% e Marina Silva (Rede), 4,1%. Na sequência estão João Amoêdo, do Partido Novo (2,8%), Alvaro Dias (Podemos), com 1,9%, seguido por Henrique Meirelles (MDB), com 1,7%.
Cabo Daciolo e Guilherme Boulos (Psol) têm 0,4% cada. Vera Lúcia (PSTU) alcança 0,3%. Eymael (DC) não pontuou. Brancos e nulos somam 13,4%, e indecisos, 12,3%.

Confira o levantamento:

A 138ª Pesquisa CNT/MDA, divulgada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) nesta segunda-feira (17), aborda as eleições de 2018. O levantamento traz as preferências dos entrevistados em cenários de primeiro e segundo turnos e o limite de voto nos candidatos. Além disso, trata sobre o grau de interesse nas eleições e o acompanhamento das campanhas eleitorais.

Traz, ainda, a avaliação pessoal e do governo do presidente Michel Temer e a expectativa dos brasileiros para os próximos seis meses sobre temas, como economia, saúde, segurança e educação.

A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 15 de setembro de 2018. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sob o número BR-04362/2018.

CONCLUSÃO

Os resultados da 138ª Pesquisa CNT/MDA mostram liderança de Jair Bolsonaro (28,2%) para presidente da República, seguido por Fernando Haddad (17,6%), Ciro Gomes (10,8%) e Geraldo Alckmin (6,1%), na avaliação estimulada, o que projeta um cenário de segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad.

Nas simulações de segundo turno entre os quatro primeiros colocados, Jair Bolsonaro empata com Ciro Gomes e Fernando Haddad, vencendo Geraldo Alckmin. Ciro Gomes apresenta vantagem contra Fernando Haddad e Geraldo Alckmin, enquanto Fernando Haddad venceria Geraldo Alckmin no segundo turno. Essas simulações e os elevados percentuais de votos em branco, nulos e de eleitores indecisos, reforçam a percepção de indefinição sobre o resultado das eleições ao final de um provável segundo turno.

O cenário atual mostra tendência de nova polarização entre esquerda e direita, dessa vez representadas pelos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
RESUMO DOS RESULTADOS

ELEIÇÕES 2018

1º turno: Intenção de voto ESPONTÂNEA
Jair Bolsonaro: 23,7%
Fernando Haddad: 9,1%
Lula: 7,5%
Ciro Gomes: 6,3%
Geraldo Alckmin: 2,8%
João Amoêdo: 1,8%
Marina Silva: 1,7%
Alvaro Dias: 0,9%
Outros: 1,0%
Branco/nulo: 13,9%
Indeciso: 31,3%

1º turno: Intenção de voto ESTIMULADA

Jair Bolsonaro, 28,2%; Fernando Haddad, 17,6%; Ciro Gomes, 10,8%; Geraldo Alckmin, 6,1%; Marina Silva. 4,1%; João Amoêdo, 2,8%; Alvaro Dias, 1,9%; Henrique Meirelles, 1,7%; Cabo Daciolo, 0,4%; Guilherme Boulos, 0,4%; Vera, 0,3%; Eymael, 0,0%; João Goulart Filho, 0,0%; Brancos/Nulos, 13,4; Indecisos, 12,3%

Dentre os eleitores de Jair Bolsonaro, 78,2% consideram a decisão de voto como definitiva. Dentre os de Fernando Haddad, 75,4%, Ciro Gomes, 49,1%, Geraldo Alckmin, 48,4%, Marina Silva, 44,4% e João Amoêdo, 48,2%.

2º TURNO: Intenção de voto ESTIMULADA

CENÁRIO 1: Ciro Gomes, 37,8%; Jair Bolsonaro, 36,1%; Branco/Nulo, 19,6%; Indecisos, 6,5%.

CENÁRIO 2: Jair Bolsonaro, 39,0%; Fernando Haddad, 35,7%; Branco/Nulo, 18,2%; Indecisos, 7,1%.

CENÁRIO 3: Jair Bolsonaro, 38,6%; Henrique Meirelles, 25,7%; Branco/Nulo, 27,2%; Indecisos, 8,5%.

CENÁRIO 4: Jair Bolsonaro, 38,2%; Geraldo Alckmin, 27,7%; Branco/Nulo, 26,3%; Indecisos, 7,8%.

CENÁRIO 5: Jair Bolsonaro, 39,4%; Marina Silva, 28,2%; Branco/Nulo, 25,6%; Indecisos, 6,8%.

CENÁRIO 6: Ciro Gomes, 38,1%; Fernando Haddad, 26,1%; Branco/Nulo, 26,6%; Indecisos, 9,2%.

CENÁRIO 7: Ciro Gomes, 43,5%; Henrique Meirelles, 14,8%; Branco/Nulo, 31,6%; Indecisos, 10,1%.

CENÁRIO 8: Ciro Gomes, 39,6%; Geraldo Alckmin, 20,3%; Branco/Nulo, 30,5%; Indecisos, 9,6%.

CENÁRIO 9: Ciro Gomes, 43,8%; Marina Silva, 17,1%; Branco/Nulo, 31,0%; Indecisos, 8,1%.

CENÁRIO 10: Fernando Haddad, 35,7%; Marina Silva, 23,3%; Branco/Nulo, 32,3%; Indecisos, 8,7%.

CENÁRIO 11: Marina Silva, 27,9%; Henrique Meirelles, 23,2%; Branco/Nulo, 38,8%; Indecisos, 10,1%.

CENÁRIO 12: Geraldo Alckmin, 28,4%; Marina Silva, 25,3%; Branco/Nulo, 37,5%; Indecisos, 8,8%.

CENÁRIO 13: Fernando Haddad, 33,1%; Geraldo Alckmin, 26,8%; Branco/Nulo, 31,0%; Indecisos, 9,1%.

CENÁRIO 14: Geraldo Alckmin, 28,9%; Henrique Meirelles, 19,1%; Branco/Nulo, 40,7%; Indecisos, 11,3%.

CENÁRIO 15: Fernando Haddad, 35,5%; Henrique Meirelles, 21,4%; Branco/Nulo, 32,8%; Indecisos, 10,3%.

LIMITE DE VOTO – PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

ALVARO DIAS: é o único em quem votaria 1,4%; é um candidato em quem poderia votar 17,9%; não votaria nele de jeito nenhum 32,2%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 42,8%.

CIRO GOMES: é o único em quem votaria 6,2%; é um candidato em quem poderia votar 45,4%; não votaria nele de jeito nenhum 38,1%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 5,8%.

FERNANDO HADDAD: é o único em quem votaria 13,1%; é um candidato em quem poderia votar 27,2%; não votaria nele de jeito nenhum 47,1%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 8,7%.

GERALDO ALCKMIN: é o único em quem votaria 2,4%; é um candidato em quem poderia votar 34,5%; não votaria nele de jeito nenhum 53,4%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 4,3%.

HENRIQUE MEIRELLES: é o único em quem votaria 1,0%; é um candidato em quem poderia votar 28,9%; não votaria nele de jeito nenhum 49,0%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 15,4%.

JAIR BOLSONARO: é o único em quem votaria 23,0%; é um candidato em quem poderia votar 19,9%; não votaria nele de jeito nenhum 51,0%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 2,1%.

JOÃO AMOÊDO: é o único em quem votaria 2,1%; é um candidato em quem poderia votar 12,1%; não votaria nele de jeito nenhum 34,5%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 47,6%.

MARINA SILVA: é a única em quem votaria 2,0%; é uma candidata em quem poderia votar 33,1%; não votaria nela de jeito nenhum 57,5%; não a conhece/não sabe(m) quem é/ nunca ouviu falar 2,9%.

AVALIAÇÃO DO GOVERNO

A avaliação do governo do presidente Michel Temer é positiva para 2,5% dos entrevistados contra 81,5% de avaliação negativa. Para 15,2%, a avaliação é regular, e 0,8% não souberam opinar. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 7,0% contra 89,7% de desaprovação; 3,3% não souberam opinar.

EXPECTATIVA (PARA OS PRÓXIMOS 6 MESES)

Emprego: vai melhorar: 23,3%; vai piorar: 28,3%; vai ficar igual: 43,5%.

Renda mensal: vai aumentar: 21,9%; vai diminuir: 16,9%; vai ficar igual: 56,0%.

Saúde: vai melhorar: 23,2%; vai piorar: 27,7%; vai ficar igual: 45,4%.

Educação: vai melhorar: 22,9%; vai piorar: 24,6%; vai ficar igual: 48,8%.

Segurança pública: vai melhorar: 24,4%; vai piorar: 32,6%; vai ficar igual: 39,4%.

ELEIÇÃO 2018

Interesse e decisão de voto:

23,7% dos entrevistados se dizem muito interessados na eleição deste ano para presidente da República. O restante tem médio (26,0%), pouco (24,9%) ou nenhum interesse (24,8%) no processo eleitoral. 0,6% não sabem/não responderam.

Programa eleitoral e informação sobre os candidatos:
- 65,6% viram ou ouviram o programa eleitoral na televisão ou no rádio; 33,8% ainda não viram ou ouviram.

- 45,6% viram propaganda de candidato na internet ou nas redes sociais; 53,8% ainda não viram.

- Os meios de comunicação que mais influenciam os entrevistados na escolha sobre em quem votar são: televisão/rádio (44,8%); internet/redes sociais (27,6%); 25,7% responderam que nenhum desses influencia.

- Dos entrevistados, 13,1% dizem que conhecem bastante sobre as opções de candidatos a presidente da República; 38,2% afirmam que conhecem mais ou menos. Os que afirmaram conhecer pouco (35,2%) ou nada (12,4%) somam 47,6%.

- 73,4% dos entrevistados acreditam que saúde é a área que mais precisa de melhorias no Brasil; 45,6% responderam educação; 37,9%, segurança; 32,2%, emprego; 2,6%, direito das minorais; 1,9%, habitação; 1,4%, saneamento; 1,3%, transporte; 0,9% energia; 0,4% não souberam opinar ou não responderam.

- Condução da campanha política nas eleições de 2018: 33,0% consideram que está ocorrendo em clima de hostilidade e ódio, sem discutir a solução dos problemas nacionais; 27,1% afirmam que está ocorrendo da mesma forma que em eleições anteriores; 23,8%, está ocorrendo em clima de hostilidade e ódio, mas a solução dos problemas nacionais está sendo discutida e 8,5% afirmam que está ocorrendo de forma serena, focada em propostas para o país e em debates democráticos.

- Sobre as disputas políticas a partir de 2019 com um novo presidente da República: para 39,1% continuarão da mesma forma como estão depois das eleições; para 25,1% serão ampliadas e o Brasil sairá mais dividido depois das eleições e para 20,2%, serão reduzidas e o Brasil sairá mais unificado depois das eleições.

- Em relação ao resultado da eleição para presidente da República: para 40,4%, será legítimo e traduzirá a vontade popular; para 30,8%, será apenas parcialmente legítimo devido ao processo eleitoral turbulento; para 16,8%, não será legítimo.

- Os entrevistados também responderam sobre a situação do Brasil a partir de 2019, em comparação com os últimos 2 anos: 46,1% afirmam que será melhor; 31,1%, que será igual e 12,5%, que será pior.

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Fonte: Brasil247
















16 setembro 2018

LULA NÃO É ABSTRATO PARA O POVO, É CONCRETO

16 de setembro de 2018





Vejo, com o coração pulsando forte, o esforço de gente de bem em demonstrar a verdade: que o enfrentamento à ameaça Bolsonaro é a defesa da liberdade, da democracia, da convivência civilizada do povo brasileiro.

É, sim, e eles têm toda a razão em dizê-lo e não devem deixar um minuto de afirmar que se trata de proteger toda a construção civilizatória do Brasil desde a Constituição de 1988, ameaçada por uma mídia e um Judiciário que a violam e maldizem.
Acho, inclusive, que este será, adiante, um fator de crescimento da candidatura de Fernando Haddad.
O eixo da campanha eleitoral de massa, neste momento, porém, é outro.
Ensina qualquer manual de propaganda que o essencial na comunicação é apontar o benefício concreto.
O benefício concreto do voto em Fernando Haddad, antes de ser um dique contra a ascensão da direita, é a volta da “Era Lula”, a de inclusão, a de (ainda que mínima) ascensão a direitos, a da sensação de pertencimento a um país.
Lula mostrou ter pleno entendimento disso, inclusive na definição do nome de sua chapa.
“Feliz de novo” é a exata remissão às políticas do governo Lula.
Concreto, palpável, vivido.
Lula não é uma abstração ideológica, é uma experiência concreta.
A análise política convencional costuma deixar isso de lado, porque distanciada do povão.
A campanha de Haddad, por isso, vai focar na exclusão do povo na mídia.
O movimento antifascista será nas redes e já ocorre.
É neste universo que se caminhará na questão do “voto útil”.
Na propaganda de massa, nesta e na próxima semana, o eixo é a transferência do “lulismo” a Haddad.
Por isso o bilhete de Lula, hoje, dizendo que “é hora de defender nosso projeto, de bater de porta em porta, lembrando o Brasil que construímos juntos.”
A polarização vai se dar aí, entre o passado recente e a história de dominação.
O povo acredita na vida real.

Fonte: Publicado no Tijolaço  por Fernando Brito






 

14 setembro 2018

CADÊ O DINHEIRO QUE ESTAVA AQUI GOVERNO GENTIS/MARINHOS?

14 de setembro de 2018





Em Caxias MA cada prefeito que passa pela prefeitura é para se dá bem às custas dos cofres públicos, o espaço é pouco para descrever o que cada prefeito fez às custas do suor alheio. Mas vamos falar de 2016 para cá, Leonardo Coutinho fez um projeto pelo PAC II para construir duas creches tipo 01 no Residencial Vila Paraíso ao preço de R$ 1.842.003,45 cada uma, com Início da Obra em 18/05/2016 e o Término da Obra em 18/05/2017 porém era um projeto eleitoreiro, Leonardo Coutinho recebeu em 2016 R$ 1.736.696,00, como ele não foi reeleito, as construções que já se encontravam com os radiês e muitos materiais de construções encostados, Leonardo Coutinho parou os serviços e os materiais que estavam encostados juntos às construções foram carregados nos carros da empresa de seu pai, a Amorim Coutinho, não se sabe para onde foram levados.

Entidade..: 06.082.820/0001-56 - PREF MUN DE CAXIAS
Município.: CAXIAS - MA
PAC II - PROINFÂNCIA - PROGRAMA PROINFÂNCIA - CONSTRUÇÃO DE CRECHES
Data Pgto
OB
Valor
Programa
Banco
Agência
C/C
29/JUN/2016
817473
630.948,76
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000441627
10/AGO/2016
824583
276.436,81
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
26/DEZ/2016
843887
276.436,81
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
26/DEZ/2016
843889
276.436,81
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
27/DEZ/2016
845382
276.436,81
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
Total:
1.736.696,00


VEJAM A QUANTIDADE DE RECURSOS QUE CHEGARAM NA GESTÃO GENTIS/MARINHOS PARA CONCLUIR AS CRECHES DO RESIDENCIAL VILA PARAÍSO

Entidade..: 06.082.820/0001-56 - PREF MUN DE CAXIAS
Município.: CAXIAS - MA
PAC II - PROINFÂNCIA - PROGRAMA PROINFÂNCIA - CONSTRUÇÃO DE CRECHES
Data Pgto
OB
Valor
Programa
Banco
Agência
C/C
16/MAR/2017
803340
276.436,81
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000580805
06/JUL/2017
813785
92.145,60
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
06/JUL/2017
813786
55.287,36
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
25/AGO/2017
818871
80.860,40
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
25/AGO/2017
818873
11.241,76
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
25/AGO/2017
818875
55.287,36
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
26/OUT/2017
827450
161.720,81
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
26/OUT/2017
827452
59.341,77
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
26/OUT/2017
827453
18.429,12
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
26/OUT/2017
827596
14.425,04
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
08/DEZ/2017
835237
30.127,59
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
08/DEZ/2017
835497
25.247,90
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
26/DEZ/2017
842290
36.858,24
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
28/DEZ/2017
844477
18.429,12
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
Total:
935.838,88

  
Entidade..: 06.082.820/0001-56 - PREF MUN DE CAXIAS
Município.: CAXIAS - MA
 PAC II - PROINFÂNCIA - PROGRAMA PROINFÂNCIA - CONSTRUÇÃO DE CRECHES
Data Pgto
OB
Valor
Programa
Banco
Agência
C/C
01/MAR/2018
802791
18.247,24
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
13/ABR/2018
805559
73.716,48
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000580805
12/JUN/2018
812785
110.574,73
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000580805
12/JUN/2018
812810
55.287,36
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000580805
12/JUN/2018
813350
25.247,90
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
12/JUN/2018
813361
55.287,36
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
12/JUN/2018
813362
220.780,87
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
12/JUN/2018
813376
41.096,94
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
12/JUN/2018
813391
22.483,53
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
12/JUN/2018
813400
61.368,97
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
12/JUN/2018
813422
129.003,85
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
21/JUN/2018
814157
32.803,84
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
21/JUN/2018
814166
92.145,60
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
02/AGO/2018
819399
59.341,77
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
02/AGO/2018
819405
343.334,52
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
02/AGO/2018
819409
78.139,47
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
02/AGO/2018
819418
184.291,21
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
02/AGO/2018
819437
110.574,73
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000580805
02/AGO/2018
819441
147.432,97
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
05/SET/2018
824721
36.673,95
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000580805
05/SET/2018
824727
133.058,25
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
05/SET/2018
824771
92.145,60
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000565393
06/SET/2018
825565
1.403,64
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000580805
10/SET/2018
826181
52.745,09
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000580805
10/SET/2018
826182
1.403,64
IMPLEMENTAÇÃO DE ESCOLAS PARA EDUC.INFANTIL
BANCO DO BRASIL
0124
0000580805
Total:
2.178.589,51



TOTAL R$ 3.114.428,39 Esse foi o montante que chegou na gestão de Fábio Gentil/Paulo Marinho Júnior para concluir as duas creches tipo 01 localizadas no Residencial Vila Paraíso, mas como mostra a foto estão muito longe de serem concluídas. 


Olhando os valores que chegaram para concluir as referidas creches e olhando-as se ver que faltam muitas coisa para concluir, logo são poucos trabalhadores nas Obras e olhem que o prazo era 18/05/2017 para serem entregues já passou um ano e 96 dias, foi-se olhar os extratos da conta nº 56.539-3 vejam o saldo.


TOTAL R$ 3.114.428,39 - 225.203,85 = R$ 2.889.224,54 ONDE FORAM GASTOS?

Cadê o dinheiro que estava aqui Governo Gentis/Marinhos?


Fonte: fnde.gov.br/bb