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Mostrando postagens de 2019

ESTAMOS VIVENDO EM UMA SOCIEDADE ENGANOSA, MISTIFICADORA, HIPÓCRITA

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Manifestação contra medidas do governo Bolsonaro no Masp, em São Paulo. Foto: Mídia Ninja 29 de dezembro de 2019 Publicado originalmente no Facebook do autor: Afrânio Jardim Uma sociedade se degrada quando o cinismo resulta disseminado. Muitas das nossas mais importantes instituições, nos dias atuais, têm o cinismo como mais um dos seus instrumentos de sua atuação A verdade é que estamos vivendo em uma sociedade enganosa, mistificadora, hipócrita. Assim, a esperteza, a malandragem, a dissimulação e a falta de caráter passam a ser a regra, passam a ser normais e não mais são detectadas pelas consciências ingênuas. A nossa sociedade está com carência de pessoas com absoluta honestidade intelectual. Estamos com carência de pessoas com absoluta dignidade. Ademais, não resta dúvida de que este mau exemplo vem de cima e se dissemina em uma sociedade de pessoas desinformadas e incultas. A internet, com suas “fakes news”, muito agrava essa caótica re

FERNANDO MORAIS: EM GUERRA CONTRA BOLSONARO, GLOBO REFORÇA SUA APOSTA EM MORO

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28 de dezembro de 2019 O jornalista Fernando Morais observa que a emissora da Família Marinho vem deixando cada vez mais clara sua simpatia pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, ao mesmo tempo em que amplia a guerra contra Jair Bolsonaro ."Ou seja, enquanto Bolsonaro chama a Rede Globo para a briga, os Marinho cevam aliados na cozinha do presidente", avalia Por Fernando Morais, em seu Facebook - Na guerra contra Bolsonaro, os Marinho jogam mais luz sobre Sérgio Moro e mudam o rumo das Organizações Globo. Fernando Morais: em guerra contra Bolsonaro, Globo reforça sua aposta em Moro O jornalista Fernando Morais observa que a emissora da Família Marinho vem deixando cada vez mais clara sua simpatia pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, ao mesmo tempo em que amplia a guerra contra Jair Bolsonaro ."Ou seja, enquanto Bolsonaro chama a Rede Globo para a briga, os Marinho cevam aliados na cozinha do presidente", avalia 28 de dezembro de 2019, 12:43

GLOBO TAMBÉM PAGOU R$ 450 MIL POR PALESTRAS DE LULA COMO A ODEBRECHT: FOI PROPINA?

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Em resposta a Sérgio Moro, a defesa do ex-presidente apresentou, nesta quarta-feira, um relatório com 72 palestras proferidas entre 2011 e 2015, através do Instituto Lula e da LILS Palestras, que renderam um total de R$ 9 milhões; Moro havia determinado a comprovação da origem lícita dos recursos para liberar o montante bloqueado em dois fundos de previdência complementar em nome de Lula (Foto: André Misse) 27 de dezembro de 2019 A informação, divulgada de forma sensacionalista pelos sites apoiadores de Bolsonaro, é de conhecimento público desde 2015, quando o próprio Instituto Lula divulgou a lista de contratantes de palestras do ex-presidente Revista Fórum - Um dos principais propagadores de fake news pró Jair Bolsonaro nas redes, o site Jornal da Cidade Online, atribuído ao “jornalista José Tolentino”, divulgou nota nesta sexta-feira (27) com a pretensão de atribuir à Rede Globo uma suposta propina a Lula em razão de uma das empresas do grupo, a Infoglobo, consta

DELAÇÃO RECUSADA DE CUNHA TINHA MENSALÃO DE DEPUTADOS, DENÚNCIA CONTRA TEMER E PODERIA REVELAR O GOLPE CONTRA DILMA

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Dilma Rousseff e Eduardo Cunha 25 de dezembro de 2019 A proposta de delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha, que colocou em marcha o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff, revelaria como ele montou seu mensalão particular com uma bancada de 120 deputados e como Michel Temer, que usurpou a presidência, se beneficiava do esquema de corrupção  247 – Se a Lava Jato tivesse aceito a proposta de delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha, do MDB, o Brasil saberia como ele montou um mensalão para 120 deputados, que lhe permitiu chegar à presidência da Câmara, onde articulou o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff, e como Michel Temer, usurpador da presidência da República, se beneficiava do esquema. É o que aponta reportagem de Felipe Bachtold, da Folha, e Rafael Neves, do Intercept. "Em sua fracassada tentativa de fechar um acordo de delação na Lava Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ), atribuiu irregularidades a cerca de 120

DESESPERO NO CLÃ: QUEBRADO O SIGILO TELEFÔNICO DE 29 PESSOAS NO CASO DA "RACHADINHA"

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Flavio Bolsonaro e Jair Bolsonaro (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil) 25 de dezembro de 2019 Um novo passo da investigação sobre o esquema do clã Bolsonaro na Assembleia Legislativa colocou Jair e o filho Flávio em situação desesperadora: foram quebrados os sigilos telefônicos de 29 pessoas envolvidas no esquema, a começar do ex-PM Fabrício Queiroz 247 - O juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, autorizou a quebra de sigilo telefônico de 29 pessoas no caso da "rachadinha" que envolve o senador Flavio Bolsonaro e o clã familiar. Apesar de não terem sido quebrados os sigilos de Jair Bolsonaro e do filho, a situação é desesperadora para o clã.  Foram alvo da quebra de sigilo telefônico Fabrício Queiroz, que já tem ameaçado nos bastidores revelar todo o esquema do clã, os ex-assessores que fizeram depósitos a ele, parentes de Ana Cristina Valle (ex-mulher de  Bolsonaro), e o ex-capitão da PM Adriano da Nóbrega, miliciano chefe do Esc ritório d

AS 6 FRENTES DE INVESTIGAÇÃO QUE ENVOLVEM A FAMÍLIA BOLSONARO

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Foto: Reprodução/Instagram 24 de dezembro de 2019   Bolsonaro e seus filhos negam veementemente todas as acusações. Para eles, as investigações são baseadas em fake news e perseguições políticas orquestradas por adversários da BBC News Brasil  Desde as eleições de 2018, o presidente Jair Bolsonaro e três filhos dele se tornaram alvos de seis frentes de investigação. Há acusações de prática de  rachadinha  — quando funcionários do gabinete devolvem parte dos salários para políticos —, de disseminação de notícias falsas, de uso de funcionários fantasmas, de quebra de decoro parlamentar e de ligação com suspeitos do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O caso mais rumoroso envolve Fabrício Queiroz, amigo do presidente e ex-assessor do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. A investigação sobre movimentações financeiras atípicas, a exemplo de um cheque de R$ 24 mil para a primeira-dama da República, deu origem a um