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Mostrando postagens de Julho, 2019

MESSER QUER FALAR TUDO QUE SABE, MAS POR QUE NO PARANÁ NINGUÉM SE INTERESSA EM OUVI-LO?

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Dario Messer, Moro e Carlos Fernando: velhos conhecido s 31 de julho de 2019 PUBLICADO PELA PRIMEIRA VEZ EM 24/07/2018, REPUBLICADO AGORA EM RAZÃO DA PRISÃO DE DARIO MESSER EM SÃO PAULO. Desde que o doleiro Alberto Youssef foi preso pela primeira vez, em 2004, Dario Messer foi apresentado ao Brasil como “o doleiro dos doleiros”. Youssef, falando sobre os maiores operadores do mercado paralelo, disse: “Um era eu, a Tupi Câmbios, a Acaray, Câmbio Real, Sílvio Anspach, o Messer do Rio, o Rui Leite e o Armando Santoni”, disse. Youssef superfaturou sua importância no esquema ilegal de câmbio, já que era de um centro menor, Londrina, mas disse a verdade quanto a Messer. O doleiro dos doleiros também foi citado na CPI do Banestado, no Paraná, mas, curiosamente, nunca foi denunciado pelo Ministério Público Federal no estado. Agora que o Ministério Público no Rio de Janeiro decretou a prisão dele e o obrigou a fugir, começam a surgir os sinais de que Dario Messer

ESCRITÓRIO DE DOLEIRO ALEGOU SIGILO PROFISSIONAL PARA NEGAR À RECEITA INFORMAÇÕES DE CONTRATO DA MULHER DE MORO.

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Eles e a planilha 28 de julho de 2019 Esta reportagem foi financiada através de um  crowdfunding  do DCM sobre as origens da Lava Jato. Depois que a coluna Radar, da Veja, informou que o Ministério Público omitiu da investigação da Lava Jato documentos que mostravam a relação profissional de Rosângela Moro com o escritório de advocacia de Rodrigo Tacla Durán, começam a surgir outros dados que dão clareza a fatos que são suspeitos No mínimo, reforçam os argumentos de que Sergio Moro não tem isenção para conduzir os processos da Lava Jato. O escritório de Tacla Durán foi investigado pela unidade da Receita Federal em São José do Rio Preto, em procedimento de fiscalização conduzido pelos auditores Rogério César Ferreira e Paulo Cesar Martinasso. No âmbito de suas atribuições, a Receita Federal investiga sonegação de tributos, mas esta pode ser apenas uma consequência da lavagem de dinheiro, que é o que efetivamente o escritório de Tacla Durán fazia. Na relaçã

BANCOS CONVIDADOS PARA REUNIÃO COM DELTAN DALLAGNOL SÃO OS MESMOS QUE COMPRARAM A BR DISTRIBUIDORA

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Deltan Dallagnol. Ilustração: João Brizzi e Rodrigo Bento/The Intercept Brasil; Marcos Bizzotto/AGIF via AP 27 de julho de  2019 Alguns dos bancos que entraram na oferta de ações da BR Distribuidora ou coordenaram a operação na Bovespa, na terça-feira (23), também podem ter estado com o procurador do Ministério Público Federal Deltan Dallagnol, em reunião privada em 13 de junho de 2018, organizada pela XP Investimentos, para comentar sobre o tema ‘Lava Jato e Eleições’ XP Asset Management, do Grupo XP, e Itaú, que compraram ações na privatização da distribuidora, e os bancos JP Morgan, Citi e Credit Suisse, como coordenadores da operação, segundo apuração do jornal Valor Econômico, também são citados como convidados dessa reunião de caráter privado e clandestino, conforme vazamento do Intercept, divulgado ontem (26) no blog do jornalista Reinaldo Azevedo. “Queria te convidar para um bate papo com investidores brasileiros e estrangeiros aqui em SP”, afirma a Deltan

NASSIF DIZ QUE FUX E DELTAN COMETERAM CRIMES E SERIAM AFASTADAS EM PAÍSES CIVILIZADOS

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(Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247) 27 de julho de 2017 "Fux presidia o Tribunal Superior Eleitoral (TSE); Deltan Dallagnol é o coordenador da Lava Jato. Portanto, ambos estavam em condições de interferir diretamente no destino de Lula e, por consequência, nas perspectivas de lucros do seleto público ", diz o jornalista Luis Nassif, ao comentar as palestras remuneradas que ambos fizeram para banqueiros reunidos pela XP 247 –  O jornalista Luis Nassif afirma que o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, e o procurador Deltan Dallagnol, chefe da Lava Jato, cometeram crimes ao vender informações privilegiadas a um grupo de banqueiros reunidos pela corretora XP, lembrando que ambos agiram para determinar o resultado da eleição, ao tomar decisões para vetar a presença do favorito – Luiz Inácio Lula da Silva – e abir espaço para a ascensão da extrema-direita no Brasil. "Foi um encontro fechado com bancos estrangeiros com interesses diretos na

VAZA JATO MOSTRA DELTAN E FUX EM REUNIÕES CLANDESTINAS COM BANQUEIROS

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Deltan Dallagnol e Luiz Fux 26 de julho de 2019 O jornalista Reinaldo Azevedo divulgou nesta sexta-feira (26) mais uma reportagem da Vaza Jato, em parceria com Leandro Demori, do site The Intercepet Brasil, em que mostra o coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, atuando como consultor privado de banqueiros a convite da XP Investimentos 247 -  O jornalista  Reinaldo Azevedo  divulgou nesta sexta-feira (26) mais uma reportagem da Vaza Jato, em parceria com Leandro Demori, do site The Intercepet Brasil, em que mostra o coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, atuando como consultor privado de banqueiros. "Deltan e, antes dele, o ministro Luiz Fux, do Supremo, participaram de reuniões privadas com banqueiros e investidores para discorrer sobre o tema "Lava Jato e eleições". Os encontros devem ser chamadas, sem exagero, de clandestinos", escreve Reinaldo. A conversa foi em maio de 2018, quando Débora Santos, assessora da XP Investimentos, e

COORDENADOR DA OPERAÇÃO TAMBÉM FEZ APROXIMAÇÃO ENTRE REPRESENTANTES DA FIRMA E PROCURADORES PARA EMPLACAR PRODUTO DA COMPANHIA EM TRABALHOS DA FORÇA-TAREFA

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O  procurador Deltan Dallagnol foi pago para dar uma palestra para uma empresa investigada por corrupção pela Lava Jato, operação que ele comanda em Curitiba. Dallagnol recebeu R$ 33 mil da Neoway, uma companhia de tecnologia, quando ela já estava citada numa delação que tem como personagem central Cândido Vaccarezza, ex-líder de governos petistas na Câmara que foi preso em 2017, e em negociatas na BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras privatizada na  terça-feira . Não ficou só na palestra, realizada em março de 2018. Deltan também aproximou a Neoway de outros procuradores com a intenção de comprar produtos para uso da Lava Jato. Ele chegou a gravar um vídeo para a empresa, enaltecendo o uso de produtos de tecnologia em investigações – a Neoway vende softwares de análise de dados. Cópia do recibo entregue por Deltan Dallagnol à Neoway pelo pagamento da palestra. Quando finalmente percebeu que havia recebido dinheiro e feito propagand